O base dos Blazers, Damian Lillard, está parado há quase um ano por lesão (rutura no tendão de Aquiles do pé esquerdo), mas nem por isso perdeu talento, humildade e resiliência. Aquele que é um dos melhores atiradores da NBA venceu, aos 35 anos, o concurso de triplos pela terceira vez, como em 2023 e 2024, juntando-se a dois nomes que atingiram o mesmo máximo como Larry Bird e Craig Hodges. Foi um dos momentos mais entusiasmantes do All Star, que decorre no Intuit Dome, Inglewood, em Los Angeles.
“Tive muitos momentos na carreira, mas o que a definiu não foi feita num flash, mas antes sustentá-la ao longo de uma década”, considerou Lillard, 9 vezes All-Star, MVP em 2024, e campeão olímpico em Tóquio’2000.
Lillard somou 29 pontos, seguido de Devin Booker (27), dos Suns, e Kon Knueppel (17), dos Hornets, tendo explicado como encarou o concurso: “Parecia um jogo e comportei-se como se estivesse a tentar ganhá-lo.”
O base falou ainda sobre a sua lesão: “Não posso dizer que represento a nação dos lesionados com rutura no tendão de Aquiles ou algo parecido, mas acho que represento força de vontade, não escolhi ser fraco com essa adversidade, que ainda não me permitiu jogar esta época.”
Quanto ao concurso de afundanços, a final foi ganha por Keshad Johnson (Heat), jogador de 24 anos com pouco tempo de utilização na temporada. O extremo bateu de forma clara Carter Bryant (Spurs), por 47,5 pontos contra 43. Nas redes sociais, muitos criticaram o evento por não ter participado nenhum dunker super-estrela ou nomes conhecidos, como o tricampeão Mac McClung, que deixou o concurso.
No final, Keshad Johnson agradeceu às suas crenças: “Dou toda a glória a Deus. Sempre acredite em si mesmo. É um sonho. Eu venci as probabilidades. Todos os anos assisti ao concurso e aprendi com os que me antecederam.”
Por Alexandre ReisTodas as divisões e conferências
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