NBA e China de 'candeias às avessas' com Hong Kong no centro da polémica

Não irá impor limites à liberdade de expressão de jogadores, funcionários e proprietários de clubes

A NBA garantiu esta terça-feira, em comunicado, que não irá impor limites à liberdade de expressão de jogadores, funcionários e proprietários de clubes no que respeita aos protestos em Hong Kong.

O comunicado da NBA surge poucos dias depois do diretor-geral dos Houston Rockets, Daryl Morey, ter escrito no Twitter "Luta pela liberdade. Força Hong Kong", ecoando uma máxima das manifestações antigovernamentais que se prolongam há quatro meses na região semiautónoma chinesa.

Hoje, a televisão estatal chinesa anunciou a suspensão a difusão de jogos da NBA e criticou o apoio dado por Adam Silver, comissário da liga norte-americana, às palavras de Morey

Em comunicado, a CCTV disse que se "opõe fortemente" ao apoio demonstrado pelo comissário da NBA Adam Silver à "liberdade de expressão política" e acrescenta: "Qualquer comentário que aborde a soberania e a estabilidade social de uma nação estão fora do desígnio da liberdade de expressão", considerou a emissora.

Em Hong Kong, os protestos começaram em junho por causa de uma proposta de emendas a uma lei que permitiria extraditar suspeitos de crimes para território e países sem acordos prévios, como a China, mas cedo se transformaram num movimento antigovernamental e pró-democracia.

Por Lusa
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