Futuro aguarda pelo K4

Pimenta já prepara a ‘rentrée’, mas sem saber se o barco a quatro passará de 1000 para 500

• Foto: Reuters
Não há tempo a perder e não há viagem longa e cansativa que impeça Fernando Pimenta de se treinar e preparar a próxima época, depois de um ano intenso que teve como epílogo os Jogos Olímpicos do Rio’2016. Umas horas depois de em Lisboa ter recebido o prémio como melhor Atleta Masculino do Ano, e uma viagem de quase 400 km que terminou às 3h30 da manhã, o canoísta meteu-se no caiaque – sete horas após a chegada a casa – para mais umas horas de treino no rio Lima.

"A época já está a ser preparada. Não há tempo a perder. O futuro continua a ser de trabalho", disse-nos Fernando Pimenta. Um futuro ainda algo incerto no que respeita a uma das embarcações com que compete há vários anos e que esteve no Brasil: o K4. "Estamos à espera dos planos da Federação Portuguesa quanto ao que vai ser daqui para a frente. E isso dependerá também do que a Federação Internacional decidir quanto ao K4, ou seja, se vai mesmo passar os 1.000 para os 500 metros em Tóquio’2020."

A continuação no K1 1000, a sua embarcação predileta, parece não estar em causa – pode regressar também ao K2 1000 –, mas só depois de definido o K4 é que o canoísta poderá redefinir objetivos. É que, sublinha, dificilmente será compatível fazer as duas distâncias. "Ou faço 1.000 ou faço 500. Não dá para ser bom nas duas. Mas é uma questão para decidir com o treinador", justifica.

Quanto ao prémio recebido na Gala da Confederação (CDP), Pimenta, bicampeão da Europa em 2016, diz que traduz "o reconhecimento de que os portugueses acreditam no meu trabalho".
Por Ana Paula Marques
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