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Hoppe muito crítico com os resultados de Portugal

Antigo selecionador indignado

• Foto: Arquivo/Amândia Queirós
Cessou funções em dezembro de 2017, para regressar ao seu país, a Polónia, depois de entre 2005 e 2017 ter liderado a equipa técnica da Federação, com resultados nunca antes conseguidos, como a prata olímpica em Londres’2012, por Emanuel Silva e Fernando Pimenta.

Falamos de Ryszard Hoppe, que fez uma análise crítica aos resultados de Portugal no Mundial de Montemor. "Todo este entusiasmo, justificado, à volta do Fernando Pimenta pode ser perigoso se não pensarmos no resto da equipa. Com as atuais regras, se o apuramento fosse este ano e não em 2019, ele seria o único direto em Tóquio’2020", destacou à Lusa.

O antigo selecionador nacional visa sobretudo a equipa olímpica feminina, agora sob a orientação de Hélio Lucas (treinador de Pimenta), depois da sua saída. "Uma prova que foi um desastre. Inadmissível. Facto é que no ano passado estavam cinco mulheres no Projeto Olímpico e agora ‘evoluíram’ para apenas duas. Confesso que isto me custa muito. Há várias jovens de muito valor que podem ver o seu futuro ameaçado."

Recorde-se que o K4 500 feminino, composto por Joana Vasconcelos, Teresa Portela, Francisca Laia e Francisca Carvalho falhou as meias-finais, depois de a dupla Joana e Teresa terem chegado à final no K2 500.

Ryszard Hoppe confessa que sofre por Portugal, por isso "não queria ver esse legado desperdiçado". Num outro plano, mostra-se, contudo, "indignado" com o nosso país, pelo facto de estar "há 10 meses" à espera que lhe comecem a pagar a reforma, para a qual descontou.
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