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O diretor do Giro, Mauro Vegni, garante que vão existir consequências para os ciclistas que estão por detrás do protesto que foi realizado esta sexta-feira antes da partida para a 19ª etapa da prova e que obrigou a reduzir esta antepenúltima tirada, a maior da Volta a Itália (259 km), em mais de 100 km.
"Não aceitámos as condições dos ciclistas, fomos forçados. Isto só aconteceu porque os ciclistas não se apresentaram na partida. Mas alguém vai pagar por isso", assegura Vegni, em entrevista à RAI.
O dirigente desmentiu ainda que as conversas para encurtar a etapa tenham começado durante o dia de quinta-feira e lançou um aviso aos corredores. "Isto não acabou. Vamos terminar a prova e quando chegarmos a Milão alguém vai pagar", concluiu.
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