Edgar Pinto foi esta quarta-feira suspenso provisoriamente pela União Ciclista Internacional (UCI) por alegadamente ter usado substâncias proibidas. O ciclista português garante, contudo, que está inocente.
"Tendo sabido que a UCI tomou a decisão de me suspender da actividade, por suspeitas de indícios de irregularidade no passaporte biológico, venho garantir a minha inocência e a minha vontade de afastar essas suspeitas, que são infundadas tratando-se de amostras obtidas durante os anos de 2015, 2016 e 2017 em alturas de grande sofrimento onde fui sujeito a diversas intervenções cirúrgicas resultantes de várias quedas graves. Quero, para além disso, confirmar que estão em causa análises referentes a um período anterior à minha contratação pela equipa W52-FCPorto, que nada tem, por isso, a ver com este processo e onde desejo prosseguir a minha carreira, depois de provar a minha inocência. Apelo a todos que respeitem tanto a mim como a minha família", afirmou, em comunicado.
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