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O Feirense vai iniciar "de imediato uma investigação interna" relacionada com a suspensão por 22 dias da sua equipa de ciclismo, assumindo que no dia em que "exista prova de qualquer violação deliberada das regras" a modalidade será suspensa.
"O Clube Desportivo Feirense repudia de forma absoluta e inequívoca qualquer prática de dopagem. O doping é incompatível com os valores que defendemos e não encontra tolerância, justificação ou conivência na nossa instituição", lê-se em comunicado do clube de Santa Maria da Feira.
A equipa de ciclismo Feirense-Beeceler vai cumprir uma suspensão de 22 dias, entre 22 de março e 12 de abril, após ter registado três casos de anomalias no passaporte biológico no período de 12 meses (entre 2022 e 2023), anunciou na segunda-feira a Agência Internacional de Testes (ITA).
Notando que "a suspensão resulta de três processos individuais relacionados com alegadas anomalias detetadas nos passaportes biológicos de ex-atletas da equipa", o Feirense indica que "o clube iniciará de imediato uma investigação interna para, se for o caso, apurar responsabilidades".
"Porque confiamos plenamente na estrutura profissional da equipa, reafirmamos que no dia em que exista prova de qualquer violação deliberada das regras, por estes, a modalidade será suspensa de imediato por decisão da Direção do Clube Desportivo Feirense. A integridade do clube está acima de qualquer resultado desportivo", garante.
Caso se confirmem "responsabilidades individuais" nos períodos em que os ciclistas representaram a equipa, "o Clube Desportivo Feirense reserva-se ao direito de agir judicialmente para defesa da sua reputação e dos seus valores", indica o comunicado.
"O Feirense orgulha-se de 108 anos de história, marcados por ética, responsabilidade e respeito pelo desporto em todas as modalidades e pelos mais de 1.380 atletas que diariamente nos representam. Estes princípios são inegociáveis e continuam a orientar cada decisão que tomamos", salientam os feirenses.
Segundo a ITA, na origem da suspensão da Feirense-Beeceler estão os casos de Venceslau Fernandes, António Carvalho e Barry Miller, que foi notificado em 18 de setembro de 2025 pela Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) de anomalias no seu passaporte biológico.
Ao contrário do norte-americano, que representou esta formação em 2023 e cujo processo ainda está em curso, Venceslau Fernandes e António Carvalho já se encontram a cumprir castigos, com a suspensão de seis anos do primeiro a vigorar entre 28 de novembro de 2025 e 06 de novembro de 2030.
As anomalias no passaporte do vencedor da Volta a Portugal do Futuro de 2018, que foi notificado pela ADoP em 07 de novembro de 2024, remontam a julho de 2022, quando este representava a equipa de Santa Maria da Feira.
"Por último, em 04 de novembro de 2025, o ciclista português António Carvalho foi notificado pela UCI de uma violação nas regras antidopagem, devido a anomalias inexplicáveis no seu passaporte biológico também em fevereiro de 2023", recordou a ITA.
Duas vezes terceiro classificado na Volta a Portugal (2022 e 2023), Carvalho está a cumprir uma suspensão de quatro anos até 03 de novembro de 2029. Foram igualmente detetadas anomalias no seu passaporte biológico em 2018, quando alinhava na W52-FC Porto, e 2024, ano em que também representava os feirenses.
"Importa esclarecer que dois dos ciclistas envolvidos nestes processos já não fazem parte da equipa há vários anos e o clube nunca teve qualquer conhecimento ou notificação prévia de anomalias ou resultados adversos relativos aos mesmos", diz o clube Feirense no seu comunicado de hoje, aludindo a Fernandes e Miller.
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A Feirense-Beeceler vai cumprir uma suspensão de 22 dias após ter registado três casos de anomalias no passaporte biológico no período de 12 meses
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