O espanhol Lander Euba (Euskaltel/Euskadi), de último classificado na edição transacta do Troféu Joaquim Agostinho/GP Torres Vedras, saltou, este ano, para o pódio na 1ª etapa que ligou Ramalhal à Lourinhã (177, 3km), onde vestiu pela primeira vez, na curta carreira como profissional (começou em 2001), a camisola amarela, à qual juntou ainda a azul (líder da montanha) e a verde (líder da geral por pontos).
Natural de Guernica, Euba, de 26 anos , não "pintou", que nem Pablo Picasso, uma guerra, mas desenhou uma batalha ganha, ao cortar isolado a meta, com 43s de vantagem para o 2º classificado, Alberto Benito (Antarte/Rota dos Móveis), depois de uma fuga heróica desde os 47km, à qual se juntou também Constantino Zaballa (Kelme), que terminaria na 3ª posição.
Feliz com esta primeira vitória, Euba confessou e deixou mensagem: "Estou forte e confiante. Vou correr para manter a liderança. Termino contrato este ano e espero obter um bom resultado, pois gostava de poder renovar."
Infortúnio
A formação da LA Pecol sofreu um revés quando aos 88km viu o seu corredor russo, Andrei Zintechenko, sofrer uma grave queda. O ciclista foi transportado para o hospital de Torres Vedras e posteriormente para Lisboa.
O russo, chefe de fila da formação do Bombarral, sofreu várias escoriações e um golpe na cara e irá realizar uma TAC por precaução.
Bonés e buracos tapados
A pequena freguesia do Ramalhal, local de partida da primeira etapa do Troféu Joaquim Agostinho/GP Torres Vedras, acordou cedo com o barulho, pouco normal, de carros a movimentarem-se de um lado para outro, já para não falar do som proveniente do altifalante que, ontem, substituiu o habitual galo no despertar.
O povo saiu à rua e instalou-se no largo do coreto. Crianças e idosos juntaram-se à festa do ciclismo e não falharam a compra das típicas "t-shirts", já para não falar dos bonés para proteger do sol que apareceu logo de manhã e teimou em não desaparecer ao longo de toda a tarde, para gáudio dos muitos que, ao longo do percurso, foram demonstrando o seu apoio aos participantes e que na meta, situada no centro histórico da Lourinhã, fizeram questão de marcar presença em grande número e aplaudir os cavaleiros do asfalto, terminada a primeira prova de fogo.
No que respeita à organização, buracos tapados e estradas arranjadas foram cuidados previamente tratados, contando, claro está, com a colaboração das várias juntas de freguesia e autarquias da zona, para que, segundo Luís Fernandes, director técnico da prova, "continuássemos a ser uma das competições mais seguras do Mundo".
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