Um dia depois de todos ficarem a saber que se encontra suspenso por seis meses devido a um controlo positivo, o português Rui Lavarinhas - um dia trocou a profissão de carteiro para abraçar de corpo e alma o ciclismo - garante que a culpa por se encontrar numa situação menos boa não é sua.
"Não ingeri qualquer substância proibida, estou totalmente de consciência tranquila, por isso vou encarar toda esta situação da melhor maneira possível", confessou ao nosso jornal o corredor nortenho, depois de alguma hesitação em proferir declarações sobre o assunto.
O terceiro classificado na Volta a Portugal - deverá, todavia, perder esta classificação, pois o controlo a que se submeteu e que originou o caso positivo aconteceu em Abril, no Paris-Nice, embora Lavarinhas afirme que só lhe foi comunicada a suspensão depois da Volta acabar - refere, aliás, que já está a pensar na próxima temporada, garantindo que a renovação com a Maia/Milaneza/MSS deverá acontecer em breve.
De quem é a culpa?
Rui Lavarinhas diz-se inocente, por isso aponta outros responsáveis pelo seu caso positivo no Paris-Nice. "A única coisa que fiz foi curar uma lesão com uma pomada, que o Dr. Basil se esqueceu de mencionar. Bastava uma simples assinatura para eu não estar, agora, nesta situação. Acabei por ser eu a vítima", confessou o corredor da Maia.