Coronavírus: Federação Portuguesa de Ciclismo cede equipamento de eletrocardiografia

Para ser utilizado no Hospital de Campanha do Porto

• Foto: Federação Portuguesa de Ciclismo

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) anunciou esta segunda-feira que cedeu o seu equipamento de eletrocardiografia para ser utilizado no Hospital de Campanha do Porto, enquanto durar a pandemia de covid-19.

O presidente da FPC, Delmino Pereira, e o diretor clínico das seleções nacionais, Filipe Lima Quintas, deslocaram-se àquela unidade provisória de saúde para a entrega do equipamento, sendo recebidos pelo diretor clínico, António Araújo.

O aparelho, com capacidade de captação de dados por 'wireless', será usado no hospital de reforço à oferta de saúde do Porto, que, a partir de terça-feira, funcionará no Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota.

Além do equipamento, também Filipe Lima Quintas se associou ao Hospital de Campanha do Porto, onde irá exercer medicina em regime de voluntariado.

"Vivemos um momento de solidariedade com as vítimas, mas também com as pessoas e instituições que estão na frente de batalha deste combate. É altura de também nos associarmos ao voluntariado e de colaborarmos com quem mais precisa", disse Delmino Pereira, no ato de entrega do equipamento.

Por ter o seu centro de Alto Rendimento na Anadia, a FPC também decidiu ser solidária com o Centro Hospitalar do Baixo Vouga, unidade de referência da região, a quem vai oferecer 400 máscaras de tipo FFP2.

A Academia Nacional de Ciclismo é um edifício da Câmara Municipal de Anadia, entregue à FPC, como equipamento de apoio ao trabalho das seleções nacionais. Durante o período de combate à Covid-19 está cedido ao INEM.

As competições e demais eventos velocipédicos estão suspensos em Portugal até ao dia 31 de maio, devido à pandemia de Covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 114 mil mortos e infetou mais de 1,8 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Dos casos de infeção, quase 400 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registam-se 535 mortos e 16.934 casos de infeção confirmados. Dos infetados, 1.187 estão internados, 188 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 277 doentes que já recuperaram.

Por Lusa

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