Nelson Oliveira concorda com reformulação do calendário do ciclismo

Ciclista aprova decisão da União Ciclista Internacional em adiar a Volta a França, face à Covid-19

O português Nelson Oliveira considerou esta quarta-feira que a União Ciclista Internacional fez bem em adiar a Volta a França e em reformular o calendário, esperarando que no regresso do pelotão à estrada já não haja "perigo para ninguém".

"Penso que está bem feito. Para tentar salvar uma época, acho que fazem bem. Deduzimos nós que tudo esteja resolvido nessas datas e que corra tudo bem para nós, e não haja perigo para ninguém", declarou à agência Lusa.

O ciclista português da Movistar referia-se à decisão da União Ciclista Internacional (UCI) de adiar a Volta a França, inicialmente agendada entre 27 de junho e 19 de julho, para o período entre 29 de agosto e 20 de setembro, deslocando a Volta a Itália e a Volta a Espanha para depois dos Mundiais de Estrada, que vão ser disputados entre 20 e 27 de setembro na Suíça.

"Ainda falta muita coisa para decidir, mas tudo depende de como esta pandemia se irá desenvolver. Esperemos que se resolva o mais rapidamente possível e que comecemos a entrar na normalidade", afirmou Nelson Oliveira, que tinha previsto o regresso ao Giro nas suas datas iniciais de 09 a 31 de maio.

Hoje, a UCI prolongou ainda a suspensão do calendário velocipédico para todas as provas até 01 de julho e para as provas do WorldTour até 01 de agosto e anunciou que "as mais emblemáticas clássicas (os 'monumentos), ou seja, a Milão-San Remo, a Volta a Flandres, a Paris-Roubaix, a Liège-Bastogne-Liège e a Lombardia irão todas decorrer esta temporada, em datas ainda a definir".

O novo calendário do ciclismo até ao final da temporada deve ser revelado até 15 de maio, acrescentou ainda a federação internacional.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou quase 127 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 428 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 599 das 18.091 pessoas egistadas como infetadas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Por Lusa

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