Rui Costa cumpre mesmo sem motor

Foi 30.º no prólogo da Romandia

• Foto: António Borga

Da fama já ninguém o livra, pelo que qualquer vitória de Ion Izagirre pode ser dada a especulações. Em princípio sem motor, o ciclista da Movistar ganhou ontem o prólogo da Volta à Romandia, enquanto Rui Costa se defendeu muito bem no curto contrarrelógio de 3.95 km, acabando no 30º lugar, a 20 segundos do espanhol, suspeito de recorrer ao ‘doping tecnológico’ no Tour de Valência deste ano.

Recorde-se que Izagirre foi protagonista, no início de fevereiro, de uma queda da bicicleta e a roda traseira continuou numa rotação elevada. Um vídeo revelou que o ciclista tentou disfarçar, travando a roda, numa atitude suspeita.

Mas não houve provas, nem processo contra o espanhol, ao contrário daquilo que aconteceu, por exemplo, à belga Femke Van den Driessche, apanhada com uma bicicleta a motor no Mundial de sub-23, em janeiro, e castigada com 6 anos de suspensão pela UCI.

Enquanto Rui Costa lamentou as más condições meteorológicas, já que a queda de neve marcou a jornada, Izagirre não deixou de falar da ‘máquina’: "Tinha dúvidas sobre a escolha da bicicleta, a de estrada ou a de crono, mas o meu irmão Gorka [5º no prólogo] tem feito um bom tempo com a Speedmax. À última da hora decidi-me, quando tudo estava preparado para utilizar a bicicleta convencional."

O candidato Quintana foi 18º (a 16 s) e Froome 60º (a 26).

Por Alexandre Reis
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