João Almeida só tem 22 anos, faz no Giro a sua estreia numa corrida de três semanas, mas já deu para tirar as medidas à concorrência. E na véspera de mais uma etapa que pode proporcionar mexidas entre os favoritos, o líder da Volta a Itália sobe o tom de voz para mandar um recado.
"Se alguém atacar, toda a gente tem de perseguir, não sou só eu que quero ganhar”, frisou o camisola rosa na habitual conferência de imprensa que tem lugar após cada etapa e que se tornou numa rotina para o jovem.
João Almeida não quer pois ser o único a ter de responder aos ataques, como aconteceu na etapa de terça-feira, quando foi atrás do espanhol Pello Bilbao e quando confrontado se hoje é dia para atacar os adversários garantiu: “Não tenho intenção de fazê-lo, só vou dar tudo para defender a liderança”, disse. Mas todos os segundos contam e se o ciclista da Deceuninck-Quick-Step poder dilatar de novo a vantagem porque não?
Certo é que o camisola rosa espera para a etapa de hoje, com 204 quilómetros, e muitas contagens de montanha, movimentações dos que estão atrás de si. “Vão tentar qualquer coisa, num dia com muito sobe e desce. Vamos ver como estarão as pernas. Acho que não vão atacar na última subida, vai ser antes. Será um teste de força.”
Sobre a etapa de ontem, controlada pelas equipas dos sprinters, incluindo a Deceuninck-Quick-Step, Almeida lamentou que o colombiano Álvaro José Hodeg não conseguisse dar a primeira vitória à equipa na edição deste ano. É que, recorde-se, o ciclista português comanda a Volta a Itália desde o final da terceira etapa, que terminou no, mas sem ter ganho qualquer etapa. Já foi segundo uma vez e terceiro por duas.
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