A organização do Giro e os responsáveis pelo ciclismo internacional estão determinados em evitar a todo o custo que sucedam casos de doping nesta edição da prova italiana. Este ano está prevista a realização de 520 controlos, número recorde em grandes corridas por etapas.
De acordo com a organização e a própria UCI (União Ciclista Internacional) este será o Giro mais controlado de sempre. O investimento nesta área não foi revelado, mas há um valor de referência e que diz respeito a 2009: com 340 exames ao sangue e 141 à urina, foram gastos no ano passado qualquer coisa como 250 mil euros.
Já a prever qualquer situação (ou suspeita dela), a organização pediu às equipas que indicassem 15 ciclistas de onde saem, depois, os 9 que vão estar presentes. Os denominados passaportes biológicos são controlados ao promenor, sabendo-se que as amostras recolhidas nos controlos serão enviadas para 4 dos mais reputados laboratórios europeus especializados nesta área - Roma, Lausanne, Colónia e Paris.