Australianos "devoram" camisolas
Além da conquista da camisola rosa por parte de Ivan Basso, mais 5 camisolas foram entregues na cerimónia do pódio, sendo que 3 delas pertencem agora a ciclistas australianos.
Matthew Lloyd, da Omega Pharma-Lotto, foi o rei da montanha em praticamente toda a prova, mas só fechou as contas quando conseguiu resgatar os pontos decisivos na etapa 20 onde conseguiu pontuar em praticamente todas as contagens de montanha, somando 56 pontos. Ivan Basso, vencedor da prova na geral, ficou em 2.º na montanha, conquistando 45 pontos.
Na luta pela camisola vermelha, o australiano Cadel Evans, da BMC, foi o que mais pontos conquistou, no total de 150, mais 22 que o 2.º classificado, o cazaque Alexandre Vinokourov.
A maior surpresa veio na classificação de melhor jovem. O também australiano Richie Porte foi o melhor abaixo dos 25 anos, depois de durante alguns dias ter também vestido a rosa de líder. O segundo classificado foi o croata Robert Kiserlovski, da Liquigas, a 7.29 minutos.
Em equipas, a Liquigas juntou a vitória individual de Basso à melhor posição coletiva. A formação italiana fechou a sua contabilidade com as posições de Ivan Basso (1.º), Vincenzo Nibali (3.º) e Robert Kiserlovski (10.º), com um tempo de 262:04.40 horas. A 24.21 minutos ficou a 2.ª classificada, a Rabobank, que apenas fechou as suas contas no 18.º posto, com Kruijwijk.
Um dos "prémios" mais peculiares é dado ao último classificado, que tem direito a levar para casa uma camisola com um dorsal negro. A luta pelo último posto foi intensa, e o melhor (ou pior) foi Marco Coti, da Footon-Servetto, a 4:48.55 horas do vencedor Basso.
Camisolas e respetivos vencedores:
Camisola rosa: Ivan Basso (Liquigas)
Camisola verde - Montanha: Matthew Lloyd (Omega Pharma-Lotto)
Camisola vermelha - Pontos: Cadel Evans (BMC)
Camisola branca - Juventude: Richie Porte (Saxo Bank)
Dorsal negro - Último classificado: Marco Corti (Footon-Servetto)
Equipas: Liquigas