Organizadores debaixo de fogo

Quem não tem gostado das críticas é o diretor da prova. “A descida de terra não era de todo perigosa...

Organizadores debaixo de fogo
Organizadores debaixo de fogo • Foto: EPA
Adicione como fonte preferencial no Google

Bastaram cinco etapas para a organização do Giro estar debaixo de fogo. A seleção dos percursos tem merecido as mais diversas críticas, que subiram de tom após a morte do belga Wouter Weylandt e depois de a 5.ª etapa ter contemplado quase 20 km em piso de terra. “Somos ciclistas de estrada, não de ciclocrosse ou de BTT. Não tem sentido fazer uma etapa destas. Não sabia que se tinha inventado o Giro de rali”, criticou o italiano Danilo Di Luca.

Quem não tem gostado das críticas é o diretor da prova. “A descida de terra não era de todo perigosa. A queda mais grave foi a de um ciclista que chocou com um massagista”, referiu Angelo Zomegnan, para quem o problema esteve no facto de os ciclistas não se terem preparado para a etapa, criticando também os jornalistas, por estarem a empolar a situação.

Leia este artigo na íntegra na edição impressa de record desta sexta-feira

Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Premium ver exemplo
Ultimas de Giro Notícias
Notícias Mais Vistas