Visconti ganha no Galibier com muita neve
O pelotão cumpre segunda-feira o segundo e último dia de descanso (a prova termina no dia 26 em Brescia)...
Aquela que deveria ter sido uma das etapas mais espetaculares do Giro deste ano acabou por ser prejudicada pelas condições climatéricas, que forçaram a organização a alterar o final da etapa. Inicialmente marcada para o mítico Col du Galibier a 2.642 metros de altitude, a meta foi fixada quatro quilómetros antes, a 2.301 metros de altitude.
A alteração, todavia, não evitou que os ciclistas fossem brindados com a queda de neve nos últimos quilómetros, que terá condicionado assim grandes movimentações no grupo dos favoritos, pelo que Vincenzo Nibali, da Astana, continua de pedra e cal na liderança, isto quando o pelotão cumpre segunda-feira o segundo e último dia de descanso (a prova termina no dia 26 em Brescia).
A 15.ª etapa acabou por ser ganha pelo italiano Giovani Visconti, da Movistar, que cortou a meta com 54 segundos de vantagem sobre o grupo do camisola rosa.
Os quatro portugueses estiveram longe de chegar com os primeiros, mas também ficaram distantes de terminarem com os últimos na complicada etapa: Tiago Machado (RadioShack) foi o melhor, em 58.º (a 9.53 m), o mesmo tempo a que ficou Bruno Pires (Saxo-Tinkoff), em 59.º. Já Ricardo Mestre (Euskaltel) foi 73.º (a 14.04 m), seguido de Nelson Oliveira (RadioShack), em 74.º 8a 14.36m). Refira-se que o último na tirada (180.º), o italiano Davide Appollonio, terminou a 27.54 m de Visconti.
Na geral, Machado é 32.º (a 37.00 m), Pires 63.º (a 1:30,30 h), Oliveira 71.º (a 1:39,47 h) e Mestre 137.º (a 2:41,20 h).