_
A organização da Volta a França reforçou este domingo as medidas de proteção contra a covid-19, depois do recrudescimento do vírus no pelotão, tornando obrigatório o uso de máscara.
Depois de os últimos dias terem sido marcados por vários abandonos devido à covid-19, nomeadamente do espanhol Juan Ayuso (UAE Emirates) e do britânico Thomas Pidcock (INEOS), a Amaury Sport Organisation (ASO) viu-se obrigada a impor o uso de máscara a todas as pessoas "em contacto com os corredores e os elementos das equipas" antes e depois das etapas.
A medida, que abrange membros da organização, jornalistas ou convidados, já tinha sido adotada por várias equipas, cujos ciclistas passaram a usar máscara fora de competição, sendo um deles Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step), o terceiro da geral.
O camisola amarela Tadej Pogacar (UAE Emirates) teve covid dias antes do início do Tour, mas, na antevisão da prova, garantiu ter recuperado prontamente.
Neste momento, Geraint Thomas, campeão em 2018, 'vice' em 2019 e terceiro em 2022, está a correr infetado, uma opção que tem motivado várias críticas ao galês e à INEOS.
Por LusaDe forma a 'replicar' o famoso torneio das Seis Nações
Ganhar a prova espanhola no ano passado foi um fator decisivo para esta opção de Vingegaard
Prova arranca com um contrarrelógio por equipas em Barcelona
Já Florian Lipowitz diz ter cumprido um sonho ao subir ao pódio final em Paris
Fabiano Flora teve de arranjar uma alternativa depois do cancelamento do seu voo na manhã desta segunda-feira
Num duro testemunho, Daryl Janmaat recorda que o vício começou após sofrer uma grave lesão no joelho
Treinador do Al Rayyan diz ser "um desafio manter a calma": "Estamos expostos a tudo e não controlamos nada"
Eduardo Coudet é o novo treinador dos milionários
Avançado português de 27 anos deixou o E. Amadora em janeiro e rumou ao Eupen, da segunda divisão daquele país
Federico Pastorello desmente que o ex-FC Porto vá alistar-se no exército iraniano após os ataques dos EUA e Israel