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14 julho 2016 - 21:04

Diretor justifica 'amarela' de Froome por "circunstâncias excecionais"

Froome ficou com o mesmo tempo do holandês Bauke Mollema (Trek-Segafredo), que seguia ao seu lado quando se deu o acidente com as motas da organização

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Froome sobe Mont Ventoux... a correr Direitos Reservados
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O diretor da Volta à França em bicicleta, Christian Prudhomme, explicou esta quinta-feira, que a decisão de reinstalar na liderança da prova o inglês Chris Froome se deveu a "circunstâncias excecionais".

O ciclista britânico da equipa Sky, de 31 anos, terminou a 12.ª etapa do 'Tour', em Mont Ventoux, sem a sua bicicleta, que se partiu após um acidente com as motas da organização, provocado pelo mau comportamento do público.

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Froome ainda correu a pé durante parte do último quilómetro, até lhe ser dada uma bicicleta de substituição, terminando a tirada com mais um minuto e 21 segundos que o compatriota Briton Yates (Orica-Bike-Exchange), o que, num primeiro momento, lhe valeu a perda da camisola amarela.

Porém, o colégio de comissários da UCI (União Ciclista Internacional) decidiu invocar a 'regra dos três quilómetros', normalmente usada após chegadas ao 'sprint' com muitos ciclistas, que neutraliza os tempos entre o vencedor e o último do primeiro pelotão, em caso de quedas ou incidente técnico.

Assim, Froome ficou com o mesmo tempo do holandês Bauke Mollema (Trek-Segafredo), que seguia ao seu lado quando se deu o acidente com as motas da organização.

"Falei com o júri e expliquei que se tratou de uma circunstância excecional e que, por isso, era bem justificada a decisão", disse Prudhomme.

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