Froome: «É como se fosse a primeira vez...»

A um passo da consagração

• Foto: EPA

Só mesmo um grande azar impedirá Chris Froome de subir ao lugar mais alto daquele pódio com vista para os Campos Elísios. Pela terceira vez, depois de 2013 e 2015, juntando-se assim ao belga Phillipe Thys, ao francês Louison Bobet e ao norte-americano Greg LeMond, todos com três triunfos. E, aos 31 anos, aproximar-se dos cinco de Anquetil, Merckx, Hinault e Indurain não parece de todo impossível.

Ainda assim, Chris Froome sofreu, com as mazelas da queda de sexta-feira a fazerem-se sentir. "Estou muito dorido, principalmente nos joelhos e nas costas. Mas as minhas pernas estiveram bem. As últimas horas têm sido bem caóticas, mas os meus colegas de equipa ajudaram-me a manter a camisola amarela. É um sentimento fantástico vencer... e é como se fosse a primeira vez", confessou o ciclista da Sky, que admitiu ter sentido um "enorme alívio" quando ontem cruzou a linha de meta, a 4.18 minutos de Ion Izaguirre. "Ainda preciso de chegar a Paris, mas a parte competitiva está arrumada", suspirou.

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