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Diretor da Volta a França deseja que haja suspense na 112.ª edição
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O diretor da Volta a França espera que haja suspense na 112.ª edição, admitindo ter vontade que a disputa entre Tadej Pogacar e Jonas Vingegaard continue e que a ela se juntem outros ciclistas como Florian Lipowitz.
Em entrevista à agência France-Presse, Christian Prudhomme reconheceu que para o Tour é importante que exista um duelo, sinónimo de que haverá luta pela geral da edição que arranca no sábado, em Lille, e termina em 27 de julho, em Paris.
"Não há nada melhor do que um duelo, é o sal de todas as competições desportivas. Nos últimos cinco anos, temos um 3-2 em favor de Pogacar contra Jonas Vingegaard [campeão em 2022 e 2023] e temos vontade de que o jogo continue com um [Remco] Evenepoel ou um terceiro homem, talvez [Florian] Lipowitz", declarou.
A inclusão no lote de favoritos do alemão da Red Bull-BORA-hansgrohe, que se irá estrear na 'Grande Boucle' após ter sido sétimo na Vuelta2024 e terceiro há duas semanas no Critério do Dauphiné, não deixa de surpreender, ao contrário do desejo manifestado por Prudhomme de que haja suspense até Paris.
"Todos esperamos luta e nós, organizadores, não somos exceção", pontuou, antes de abordar as críticas endereçadas por corredores como Vingegaard ou Wout van Aert à organização por ter decidido replicar o espetacular percurso da prova de fundo dos Jogos Olímpicos Paris 2024, que coroou Evenepoel, na derradeira etapa.
O diretor do Tour disse "compreender perfeitamente" as críticas pela inclusão de três subidas à colina de Montmartre no circuito final da última tirada, antes da tradicional chegada aos Campos Elísios, mas equiparou-as às recebidas no passado pela aposta em setores de 'pavé' ou caminhos de terra, ausentes nesta edição.
"Juntamente com o Thierry [Gouvenou, diretor de corrida], escolhemos procurar rampas por todo o lado onde existem. Em Bolonha, Rouen, Vire, o Mûr-de-Bretagne, que se tornou um clássico. [...] Optámos por rampas e não apenas rampas íngremes, mas outras em que os corredores vão sair à descoberta ou o vento pode fazer grandes estragos", salientou.
Christian Prudhomme acredita mesmo que é nessa primeira semana que os restantes favoritos poderão conseguir fazer diferença para Pogacar, o campeão em título que procura o quarto triunfo na 'Grande Boucle'.
Embora as primeiras jornadas possam ser cruciais, assim como a passagem nos Pirenéus, o diretor do Tour espera que a geral só seja decidida na mortífera última semana.
"Fizemos de tudo para que se decidisse no último momento", afirmou, aludindo à sucessão de chegadas alpinas previstas para os derradeiros dias.
De forma a 'replicar' o famoso torneio das Seis Nações
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