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Já Evenepoel queixou-se da falta de colaboração do ciclista dinamarquês
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Jonas Vingegaard reconheceu sexta-feira que a luta pela camisola amarela acabou, concedendo finalmente a derrota perante Tadej Pogacar, o ciclista que bateu nas últimas duas edições da Volta a França.
"A luta pela vitória final terminou, mas a defesa do segundo lugar não", assegurou o 'derrotado' líder da Visma-Lease a Bike, que no alto de Isola 2000 foi consolado por colegas de equipa e pela mulher, Trine.
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O ainda bicampeão em título perdeu sexta-feira 01.42 minutos para Pogacar, que venceu a etapa, e está já a mais de cinco minutos do camisola amarela.
Apesar de ter repetido insistentemente que estava progressivamente a sentir-se melhor durante o Tour e que estava à espera de melhorar a sua forma até à alta montanha, Vingegaard recordou que era uma possibilidade 'pagar' pela queda sofrida no País Basco na última semana do Tour.
"Infelizmente, confirmou-se, era uma possibilidade quando só tens um mês e meio de treino. Disse que seria uma loucura se pudesse lutar pela vitória [final] e fi-lo durante duas semanas", notou.
Hoje, limitou-se a seguir na roda de Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step), o líder da juventude e terceiro da geral, para quem tem praticamente dois minutos de vantagem.
"[No sábado] tentarei seguir o Remco novamente, como fiz hoje. Pensava que podia arriscar para lutar pela vitória, mas quando tens as pernas que tenho neste momento, o ideal é conformares-te com o segundo lugar", completou.
O também vice-campeão de 2021 da 'Grande Boucle' assumiu que hoje o plano da equipa era que atacasse, por isso colocaram Matteo Jorgenson e Wilko Kelderman na fuga, mas admitiu que não se sentiu bem e disse ao primeiro para procurar a vitória na etapa, um desejo negado por Pogacar.
Já Evenepoel queixou-se da falta de colaboração de Vingegaard, dizendo que tentou deixar o dinamarquês para ganhar-lhe tempo, sem sucesso.
"Para mim, foi um dia bom, aumentei a minha vantagem sobre o [João] Almeida e podemos dizer que o pódio está assegurado. Sobretudo, saí-me bem nesta etapa difícil, em que subimos muito alto", avaliou o terceiro da geral, a 07.01 de Pogacar.
Vencedor da Vuelta2022, o belga de 24 anos 'calou' os seus detratores, que defendiam que não conseguia passar a alta montanha, um facto que hoje destacou.
"É um momento chave na minha carreira, tranquilizei-me sobre as minhas capacidades. Agora, sei em que direção quero seguir, sei que ainda tenho um caminho a percorrer", reconheceu.
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