João Rodrigues e a mentalidade: «Foi fácil dar o clique»
Campeão de 2019 virou gregário de luxo para Amaro Antunes
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Que luxo é ter João Rodrigues como gregário. Amaro Antunes que o diga. A W52-FC Porto lidera a Volta a Portugal e a etapa da Torre foi fulcral para segurar essa vantagem. A par de Joni Brandão (Efapel), que ganhou lá no topo da Serra da Estrela, o campeão do ano passado foi o herói do dia, por controlar toda a subida.
A Record, o algarvio frisou que não foi nada difícil dar o 'clique' para mudar de mentalidade. "Foi fácil. Estou em condições para discutir a Volta, mas às vezes a corrida troca-nos as voltas. Toda a gente estava atenta a mim e, por isso, lançámos o Amaro na Senhora da Graça, ganhámos a etapa e vestimos a amarela, por isso correu lindamente", começou por dizer.
E acrescentou: "Temos de ser uns para os outros. O ano passado tive uma super equipa que me ajudou a ganhar a Volta a Portugal, por isso, estando nesta posição, não tenho qualquer problema em trabalhar para um colega meu. O ano passado eles fizeram esse esforço por mim e eu só poderia fazer o mesmo. O que eu mais quero é que nós ganhemos a Volta, seja com o Amaro, seja com o Gustavo... o mais importante é que a vitória seja nossa."
O brilharete na TorreDepois de ganhar no ponto mais alto de Portugal continental na temporada passada, João Rodrigues controlou toda a subida e... sentiu-se "imbatível", mas... a deste ano foi bem mais difícil. "Esta foi mais complicada em vários aspetos. Estava noutra posição, tive de colocar a cara ao vento desde lá debaixo até lá acima, mas foi uma demonstração da nossa parte e fiquei bastante contente com a minha prestação", concluiu.
Este artigo era suposto ser em vídeo, mas a sirene dos bombeiros das Caldas da Rainha não deixou. Fique com o que restou das declarações de João Rodrigues ao nosso jornal.