Luís Montenegro eleva "evento icónico do desporto português": «Volta é motivo de união e mobilização»

Primeiro-ministro cortou a fita para o arranque da 87.ª edição da Volta a Portugal

Seguir Autor:

Luís Montenegro com Cândido Barbosa
Luís Montenegro com Cândido Barbosa • Foto: Lusa/EPA
Adicione como fonte preferencial no Google

O primeiro-ministro destacou hoje, no arranque da Volta a Portugal em bicicleta, o papel desta prova como "motivo de união e mobilização" do país e considerou que as opções do Governo para o desporto têm mostrado resultados.

"Este é um evento icónico do desporto português, que vai no próximo ano, de resto, registar 100 anos, desde a primeira vez que se realizou, e tem sido, ao longo dos anos, um motivo de união e mobilização do povo português junto de todos os territórios", afirmou Luís Montenegro.

A 87.ª Volta a Portugal em bicicleta arrancou hoje em Lisboa, com o prólogo de 6,5 quilómetros. Vai decorrer até 16 de agosto e termina no Porto, depois de os 119 ciclistas terem percorrido quase 1.500 quilómetros.

Luís Montenegro deu o 'tiro de partida', cortando a fita na saída do prólogo, momento em que esteve acompanhado pelo presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, e pelo presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, entre outros.

O primeiro-ministro acompanhou ainda, de automóvel, a prova de Rui Oliveira, ciclista português que foi campeão olímpico em Paris2024, ao lado de Iúri Leitão, em ciclismo de pista, na vertente de madison, e se estreia na Volta a Portugal.

Numa declaração sem direito a perguntas dos jornalistas, o líder do executivo considerou também que esta é "uma edição especial, porque assinala a circunstância da Federação Portuguesa de Ciclismo tornar a ser a entidade organizadora do evento".

"E leva esta volta a 15 distritos, a mais de 70 municípios, a muitos espaços, do litoral ao interior, que percorrem de norte a sul do país, a nossa paisagem, o nosso património natural, e são, portanto, também um motivo de promoção do nosso país", referiu.

Luís Montenegro defendeu que esta prova mobiliza tanto portugueses residentes, quanto emigrantes e turistas que estão cá nesta altura.

"É uma oportunidade para darmos a conhecer o nosso país, é uma oportunidade para aproximarmos as pessoas e é uma oportunidade também para valorizarmos o desporto", sustentou.

O primeiro-ministro considerou também que a aposta do Governo no desporto "tem já mostrado alguns resultados": "Fomos o primeiro governo a apresentar um plano de desenvolvimento desportivo do país, que municia o Comité Olímpico, cujo presidente também está cá, as federações, as associações, os clubes, os atletas e as suas famílias, para motivarmos todo o povo português a praticar mais desporto".

Montenegro assinalou também que no ano passado foi batido "o recorde dos últimos anos em termos de desportistas federados" e disse ter tido oportunidade de recordar com o ciclista Rui Oliveira o título olímpico conquista há dois anos, que considerou ter sido "tão inesperado, motivador e inspirador para todo o país".

No final da sua declaração, os jornalistas tentaram questionar o primeiro-ministro sobre a averiguação preventiva da Procuradoria Europeia aos contratos celebrados entre a Polícia Judiciária e a empresa de construção civil de Barcelos enquanto Luís Neves era diretor nacional, mas Luís Montenegro não quis responder, passando logo a palavra ao presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, que volta a organizar a prova.

Cândido Barbosa agradeceu ao Governo o reforço da verba à federação e o apoio nas "obras de requalificação do velódromo" nacional de Sangalhos.

O presidente da Federação apelou ainda a todos os portugueses que acompanhem a Volta a Portugal em bicicleta e apoiar os atletas, "que são os verdadeiros campeões e todas as famílias que os acompanham".

Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Geral ver exemplo
Ultimas de Volta a Portugal Notícias
Notícias Mais Vistas