Não há consagração que valha ao campeão

Contrarrelógio disputa-se no último dia

• Foto: Podium

A montanha, é certo, vai definir quem estará na luta pela camisola amarela, mas será uma vez mais o contrarrelógio a ter honras de coroar o vencedor. E este ano com a particularidade de surgir no último dia, substituindo a tradicional etapa da consagração. Em suma, haverá suspense até à derradeira pedalada, a ser dada desta vez no Terreiro do Paço, em detrimento do Marquês de Pombal.

Mas o percurso deste ano fica ainda marcado por uma incursão à terra batida, com o salto de Fafe (2ª etapa), e pela ausência de um final na Torre, pertencendo à Srª da Graça (1ª categoria), na 4ª etapa, e para a Guarda (3ª categoria), na 6ª, as chegadas em alto. Contudo, as dificuldades não diminuem. É certo que um final na Torre tem outra espetacularidade, mas os amantes do ciclismo poderão ver o pelotão na serra mais alta de Portugal. Na 6ª tirada, a tal que termina na cidade da Guarda, a caravana terá talvez a jornada mais complicada. É que para lá da chegada, os ciclistas passarão duas vezes na Torre. A primeira fazendo a abordagem pelo lado da Covilhã e Penhas da Saúde; a segunda por Seia, Sabugueiro e Lagoa Comprida.

A montanha também surge em outros pontos do país. Há alguns anos que a Volta não ia mais a Sul que Lisboa; este ano vai até Alcácer do Sal, partida da penúltima etapa, que inclui a serra da Arrábida, em tempos um ex-líbris do GP Costa Azul. Uma montanha de 2ª categoria, a 13 km da meta, em Setúbal. De resto, das dez etapas, apenas duas não têm qualquer contagem de montanha: a 7ª, entre Figueira de Castelo Rodrigo e Castelo Branco, e a última, o contrarrelógio individual, de Vila Franca de Xira e Lisboa.

Por Ana Paula Marques
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