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Quem é Rui Vinhas, o ciclista que caiu, desmaiou e ainda rolou 120 quilómetros

Atleta que protagonizou queda violenta na Volta a Portugal chorou durante grande parte da etapa

Ciclista Rui Vinhas
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Haverá poucos ciclistas a quem o dia de descanso da 80ª Volta a Portugal, que se cumpriu esta terça-feira em Viseu, soube melhor.
Rui Vinhas, um dos ciclistas da equipa de W52 FC Porto ficou ferido com gravidade na sequência da colisão com uma carrinha, durante a quinta etapa da Volta a Portugal na segunda-feira. O ciclista desmaiou, acordou, foi tratado aos ferimentos e ainda teve forças para percorrer os mais de 120 quilómetros da etapa que ligou o Sabugal a Viseu.

"Não me lembro de nada do acidente. (…) Já me contaram depois da etapa que foi um carro que parou à minha frente instantaneamente", avançou Rui Vinhas, em direto na RTP1. Apesar da violenta queda o ciclista optou por continuar em prova  mesmo depois de ter feito grande parte dela a chorar e a pensar no filho pequeno.

Mas quem é afinal Rui Vinhas? O homem da W52 FC Porto é um dos mais conceituados ciclistas tendo vencido a edição de 2016 da Volta a Portugal, prova que à data não era conquistada por um ciclista nacional há cinco anos. 

Pinto da Costa foi apoiar Rui Vinhas

Natural de Sobrado, em Valongo, Rui Pedro Carvalho Vinhas nasceu em dezembro de 1986 e é considerado um corredor tímido e abnegado que na sua vida profissional sempre demonstrou humildade sendo considerado um homem de equipa. 

Talvez por isso o seu palmarés até à vitória na Volta seja modesto como se pode verificar no curriculum profissional do atleta na página Pro Cycling Stats dedicada às estatísticas velocipédicas.

Vinhas iniciou-se no ciclismo quando tinhas 12 anos na equipa ADRAP, de Penafiel. Na época de 2004/2005 representou a CASATIVA, equipa criada pela União Ciclista de Sobrado, de onde passou para a Paredes Rota dos Móveis. Em 2010, foi vencedor a prova ALUVIA-Valongo, na categoria sub 23 e um ano depois ingressou na LA ANTARTE como profissional. Entre 2012 e 2014 representou o Louletano e em 2015 venceu o Grande Prémio do Dão. 

Em 2016 foi o primeiro no circuito Ribeiro da Silva, disputado em Lordelo, ambos como ciclista da equipa W52.
A sua maior coroa de glória aconteceria no mesmo ano quando vestiu na chegada a Lisboa a camisola amarela símbolo da maior prova do ciclismo nacional.

Autor: Correio da Manhã



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