Júlio Ferreira: «Sessões de trabalho têm sido estranhas»
Atleta olímpico de taekwondo do Sp. Braga sente falta do impacto e de ser colocado à prova
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Quando o objetivo de uma modalidade passa por ‘destruir’ rapidamente um adversário através de golpes e movimentos técnicos, é normal que a ausência de contacto físico afete a preparação de um atleta de artes marciais. Para tentar perceber quais os constrangimentos em causa, Record esteve à conversa com Júlio Ferreira, um dos maiores talentos nacionais de taekwondo (17º no ranking mundial em -74 kg), que não teve problemas em admitir que os treinos estão privados de um ingrediente muito importante.