Pai do adversário de João Carvalho: «O meu filho não quis matar ninguém»

Também critica árbitro do combate de Dublin

O pai de Charlie Ward, o lutador de MMA envolvido no combate que levou à morte do português João Carvalho, defendeu o filho. "Ele não quis matar ninguém. Foi um acontecimento infeliz. Ele foi para o ringue para lutar, mas acho o árbitro poderia ter sido um pouco mais rápido [a interromper o combate]", sustentou, juntando-se também às críticas a Mariusz Domasat.

Charlie Ward Sénior revelou também que o filho lhe tinha dito que não iria aplicar golpes fortes no último 'round', pois "sabia que já o tinha atingido com força e que até uma criança acabaria por derrotar" o lutador português de 28 anos. "Ele disse-me: 'Aqueles socos não foram nada fortes. Não o iria fazer de forma nenhuma'", acrescentou.

João 'Rafeiro' Carvalho morreu na segunda-feira à noite, dois dias depois de um combate de Artes Marciais Mistas em Dublin. O português sentiu-se mal depois da luta contra Charlie Ward e foi levado para o hospital, onde foi operado ao cérebro. Acabou por não resistir.

Por Sérgio Krithinas
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