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Portugueses conquistam ouro na Taça do Mundo de kickboxing
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Foi uma Taça do mundo de kickboxing em grande para Portugal, com a dupla Ricardo Hilário e Bassó Pires a conquistar o primeiro lugar nas suas respetivas categorias e a medalha de ouro na primeira competição da WAKO deste género realizada em Banguecoque, na Tailândia.
Três foram os adversários eliminados por Ricardo Hilário no intenso caminho para chegar à final e ganhar o ouro nesta prova. Se a prestação no combate de estreia contra uma das promessas da categoria, o cazaque Arsen Soiyrkas, augurava uma prova positiva, a meia final e a final foram duas exibições contundentes do atleta da KO Team, despachando os dois adversários por claros 3-0 na observação dos juízes da partida.
“Foram três combates muito duros contra três atletas bastante diferentes. Foi muito positivo, senti-me bem, estas provas da WAKO são muito importantes para evoluirmos”, começou por dizer o atleta da KO Team.
“Penso que ficou aqui claro o manancial de recursos técnicos do Ricardo, que está preparado para qualquer adversário. A inteligência em cima do ringue, bem mostrada nas abordagens diferentes frente aos três adversários, que eram todos muito diferentes entre eles, levou-o à medalha de ouro. A experiência em provas da WAKO, a escola de kickboxing que traz associada deu-nos esta medalha, inteiramente merecida”, comentou o treinador João Diogo. “Tinha visto para esta final que meu adversário apostava muito no boxe, o que decidimos foi entrar forte para pontuar e chutar bastante nas entradas dele para lhe anularmos o ataque e prendê-lo na distância”, sublinhou o pugilista que dedicou a vitória, entre outros, à sua equipa. "À KO Team, por tudo o que fazem por mim, à FNKDA por tudo o que faz pelo kickboxing”, e apelou à presença massiva na prova FCE4, dia 8 de maio, no Campo Pequeno, onde vai jogar para ser novamente “ o combate da noite”.
Já Bassó Pires teve um percurso diferente, na categoria de 81 quilos. O atleta turco que enfrentou na final não é o pugilista clássico daquele país, é mais tecnicista e mais vigilante. “A estratégia para esta final era anular as entradas do adversário com lowkicks, diretos e frontais, focarmo-nos nas movimentações laterais e diversificar o ataque”, começou por dizer o atleta da KO Team que, com três poderosos low kicks na perna esquerda infligiu um KO no primeiro assalto. “O Bassó, apesar de pertencer à mesma escola de combate que o Ricardo é um atleta muito diferente, mais explosivo e mais definitivo na abordagem, joga de forma mais pragmática e procura a vitória rápida em tudo”, salientou o treinador João Diogo.
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