Tyson Fury: «Tomei montes de cocaína. E depois, qual é o problema?»
A fanfarronice não é a melhor forma de lidar com tema tão delicado, mas Fury não conseguiu resistir
O nome de Tyson Fury é uma espécie de anúncio fiel para uma personalidade... polémica. O pugilista de Manchester é atualmente mais conhecido por essa faceta do que propriamente pelo feito que se destaca na sua carreira: Gypsy King derrotou o grande Wladimir Klitschko e ficou com o título mundial de pesos pesados da WBA e WBO, após um combate que teve lugar em Dusseldorf (Alemanha), a 25 de novembro de 2015.
Depois disso, o inglês de 28 anos provocou confusão em quase tudo o que é lado, mas a última 'arruaça' ameaça sair-lhe cara. Depois de um primeiro adiamento da desforra pedida por Klitschko, devido a lesão, seguiu-se um segundo que, soube-se logo depois, teve na origem um controlo antidoping falhado. A substância presente no sangue no pugilista inglês era cocaína.
A fanfarronice não é a melhor forma de lidar com tema tão delicado, mas Fury não conseguiu fugir ao que é a sua imagem de marca e deu uma entrevista ao jornal 'The Sun', publicada esta quarta-feira, na qual confessa e desafia tudo em todos.
"Tomei montes de cocaína. E depois, qual é o problema?", é a frase atribuída a Fury que o diário coloca em manchete. A resposta à pergunta do pugilista deve começar a ser dada pelas entidades que gerem o desporto. Mas depois há uma lista considerável de interessados...