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UFC 200: Brock Lesnar e José Aldo triunfam em Las Vegas

O UFC 200 prometia e acabou por corresponder na íntegra a tudo o que se esperava

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• Foto: Getty Images

Noite de muitas emoções fortes na T-Mobile Arena, em Las Vegas. O UFC 200 prometia e acabou por corresponder na íntegra a tudo o que se esperava. Os grandes vencedores da noite acabaram por ser Brock Lesnar e José Aldo, mas também, ainda que num plano inferior, Daniel Cormier e ainda Amanda Nunes.

Primeiro de tudo, destaque para Lesnar, que de regresso após cinco anos de ausência mostrou toda a sua classe, aproveitando da melhor os ensinamentos do WWE. Venceu por triplo 29-27 frente a Mark Hunt, num combate de pesos-pesados em que o canadiano, de 38 anos, acabou por saber utilizar da melhor forma a experiência para vencer.

Antes, em peso pena, José Aldo levou a melhor sobre Frankie Edgar, no único combate de cinturão e que, por isso, teve cinco assaltos. O brasileiro, com um combate muito tático, soube sempre controlar o seu oponente, ainda que as espaços tenha permitido alguns golpes comprometedores. Mesmo assim, venceria por 49-46, 49-46 e 48-47, deixando depois da vitória uma 'dica' a Conor McGregor. "Só tenho um objetivo, derrotar esse m... Não vai ter a mesma sorte que teve da outra vez", atirou, ainda no ringue, referindo-se ao combate de dezembro do ano passado, no qual aguentou apenas 13 segundos.

Nas senhoras, Amanda Nunes conseguiu superar Miesha Tate, logo no primeiro assalto, com uma submissão, tornando-se, dessa forma, a primeira brasileira campeã do UFC, na categoria peso galo.

Anderson Silva perdeu... mas elevou o seu estatuto

Num dos combates mais esperados, da categoria Peso Meio-Pesado, ainda que tenha sido 'arranjado' em cima do joelho, Daniel Cormier levou a melhor sobre o brasileiro Anderson Silva, que somou esta madrugada o seu quinto combate sem vencer. Contudo, o canarinho saiu do ringue derrotado... mas em ombros. É que, aos 41 anos, Anderson Silva ofereceu-se a dois dias do combate para substituir Jon Jones, apanhado com doping, e, contra grande parte das previsões, aguentou os 15 minutos no ringue diante de um oponente que vinha trabalhando afincadamente para o combate do UFC 200.

Foi dominado, é certo, mas Anderson tem do seu lado a justificação de que tinha pela frente um adversário de uma categoria superior à dele, mas também a diferença de preparação, que se viu desde logo na condição física.

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