Desporto norte-americano avaliou com a Casa Branca recomeço da atividade

Responsáveis de várias modalidades participaram em vídeoconferência

• Foto: Reuters

Os responsáveis médicos dos principais campeonatos desportivos dos Estados Unidos estiveram em conferência telefónica com a Casa Branca, com o objetivo de avaliar a retoma da atividade.

A conferência decorreu na terça-feira com Seema Verma, membro da Casa Branca e administradora de centros de serviço de saúde, e em cima da mesa esteve a situação do desporto, e em como encaixa na reabertura da atividade económica proposta pelo presidente Donald Trump.

O desporto norte-americano esteve em 'peso' no encontro virtual, no qual se juntaram responsáveis da NBA e WNBA (Basquetebol), NFL (Futebol americano), MLB (Basebol), NHL (Hóquei no gelo), PGA Tour e LPGA Tour (Golfe), Associação de futebol feminino, NASCAR (automobilismo), Associação de Ténis, entre outras.

A PGA Tour, que reúne os jogadores profissionais de golfe nos Estados Unidos, foi das primeiras associações a manifestar a intenção de voltar a jogar, com planos para abrir o calendário em 08 de junho, com o Charles Schwab Challenge, em Fort Worth, no Texas.

Dos resultados da reunião, Bob Bowlsby, comissário do Colégio nacional de atletas, destacou a vontade de ajudar o desporto e explicou que existem testes disponíveis, quer de imunidade para o novo coronavírus, como de despistagem.

O comissário disse, no entanto, que ainda existem "demasiadas incógnitas" para determinar quando será possível iniciar a temporada de outono, no seu caso em relação ao desporto universitário.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 215 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios. 

Mais de 840 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (58.351) e mais casos de infeção confirmados (mais de um milhão).

Por Lusa

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