Jogos Surdolímpicos: IPDJ quer aposta cada vez maior

Augusto Baganha viajou para a Turquia e reitera total apoio à missão

• Foto: Arquivo/Sérgio Lemos

Augusto Baganha, presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude, viajou para a Turquia com o objetivo de apoiar e acompanhar de perto a missão portuguesa nos Jogos Surdolímpicos 2017. O dirigente fez assim questão de que os atletas sintam um apoio extra.

"O senhor Secretário de Estado não pôde vir e pediu-me para o representar. São presenças que são importantes para os atletas. É um reconhecimento fundamental para se sentirem acolhidos. Pretende criar-se um envolvimento para que se sintam melhor e tenham um desempenho digno. Quero salientar o papel também da comunicação social, que é muito importante", referiu a Record.

Sublinhando que vê "um forte empenho do país organizador na forma como tem conduzido os trabalhos na organização de um dos maiores eventos desportivos do calendário internacional", Augusto Baganha frisou a motivação de toda a equipa lusa.

"As pessoas sentem-se com vontade de terem um bom desempenho nas provas onde vão participar. Desde os atletas, treinadores, as pessoas que acompanham e que aqui são fundamentais, os intérpretes, os dirigentes, uma força conjunta que vai fazer com que a determinação que as pessoas vão colocar na prova seja grande. Isso é importante para se ter aqui algo fundamental, que é uma participação digna. Depois os resultados melhores ao nível de medalhas ou diplomas são importantes, porque isso vai dar depois uma força especial em termos de futuro. Há um impacto que terá junto das próximas organizações, para que sejam cada vez melhores".

De resto, o presidente do IPDJ mostrou a ambição de reforçar cada vez mais a aposta nos atletas surdos.

"Da nossa parte houve algo importante, que foi termos assinado com o Comité Paralímpico um programa a quatro anos e julgo que isto vai ter os seus benefícios. A partir de agora é algo que vai ser prosseguido e melhorado. Queremos ter cada vez mais atletas e melhores atletas, em mais modalidades. Temos é de estar preparados para isso, com as pessoas informadas e sensibilizadas para assegurarem a preparação e participação competitiva das pessoas com deficiência auditiva, que já acontece nos outros campos da deficiência, sobretudo no campo paralímpico, onde se notaram progressos assinaláveis, mas nós queremos que esses progressos se estendam também à deficiência auditiva", concluiu.

Por Luís Miroto Simões
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