Parlamento aprova votos de louvor por triunfos de Jorge Fonseca e Rosa Mota

Judoca e atleta vão ser distinguidos

O parlamento aprovou esta quarta-feira votos de louvor por o judoca sportinguista Jorge Fonseca ter conquistado o título de campeão mundial (categoria menos de 100 quilos) e pelo triunfo da antiga campeã olímpica Rosa Mota nos Masters Europeus de Atletismo.

A Comissão Permanente da Assembleia da República aprovou ainda, igualmente por unanimidade, um terceiro voto de louvor apresentado pela bancada do PS para todos os atletas e seleções portuguesas medalhados nas diversas competições e modalidades.

No voto sobre Jorge Fonseca, apresentado pelo CDS-PP, refere-se que o judoca português sagrou-se campeão do mundo, depois de ter vencido o russo Niyaz Ilyasov na final da categoria -100 quilos, nos mundiais em Tóquio, no Japão.

"O atleta do Sporting Clube de Portugal, de 26 anos, conseguiu feito histórico, vencendo o adversário russo e sendo o primeiro campeão do mundo de judo de sempre de Portugal. Portugal tem uma história rica em competições de judo, mas não tinha ainda alcançado uma medalha de ouro no campeonato do mundo, o que vem agora contribuir para uma ainda maior afirmação do judo português no panorama internacional", salienta-se a seguir.

De acordo com o CDS-PP, o percurso de Jorge Fonseca "é um orgulho para Portugal e o jovem atleta é um enorme exemplo e um ídolo para milhares de jovens atletas que gostam e praticam desporto".

Já no voto do PS sobre Rosa Mota, frisa-se que a antiga campeã do mundo e medalha de ouro na maratona continua a prestigiar o nome de Portugal.

"Rosa Mota sagrou-se no passado domingo campeã europeia de corta-mato nos Europeus Masters de Atletismo, no escalão para atletas com mais de 60 anos. A consagrada atleta portuguesa conta no palmarés, na maratona, com uma medalha de ouro em Seul, nos Jogos Olímpicos de 1988, e uma medalha de bronze em Los Angeles, nos Jogos Olímpicos de 1984", assim como com um título mundial em 1987, em Roma, e três títulos europeus, em 1980 em Split, em 1982 em Atenas e em 1986 em Estugarda, para além de várias vitórias em relevantes maratonas no circuito internacional e de inúmeros títulos nacionais em diversas vertentes", refere a bancada socialista.

No mesmo texto, também se destaca que Rosa Mota "foi distinguida como inúmeras homenagens e condecorações, como a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, pelo seu relevante papel no panorama desportivo nacional e internacional".

"É uma das personalidades mais acarinhadas no universo desportivo, sendo embaixadora do nosso país e do desporto, nas suas várias dimensões, da vertente competitiva à vertente social. A atleta Rosa Mota continua hoje, dentro e fora das pistas, a elevar e dignificar Portugal", acrescenta-se.

Por Lusa
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