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Secretário de Estado do Desporto acredita ser possível chegar a essa meta
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O secretário do Estado do Desporto, Pedro Dias, assumiu que gostaria que, no futuro, todos os atletas incluídos nos programas de preparação olímpica e paralímpica tivessem carreiras duais.
"Tenho o desejo de que qualquer atleta que esteja integrado num programa de preparação olímpica ou paralímpica, tenha uma carreira dual. Esse é um desejo e acho que nós vamos conseguir alcançar esse objetivo", disse, à agência Lusa.
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Pedro Dias falava no final da apresentação do estudo 'Transição de carreira, situação perante o emprego e mercado de trabalho', da Escola Superior de Desporto de Rio Maior-Instituto Politécnico de Santarém, que se realizou na sede do Comité Olímpico de Portugal.
O governante considerou que Portugal tem uma legislação "bastante densa" e "muito valiosa" sobre o desporto e que apenas é necessário "encontrar o caminho certo para colocar em prática medidas que a maioria delas já está prevista na nossa legislação".
"Estamos a falar da compatibilização do alto rendimento desportivo com uma área e ela está prevista em termos de legislação. Penso que é possível fazê-lo, fazendo aqui uns ajustes, é possível fazê-lo, não é necessária mais legislação", assumiu.
Pedro Dias disse ser necessária "uma articulação e uma participação mais efetiva", entre as várias entidades presentes neste processo, sejam instituições universitárias ou entidades empregadoras.
"Se o atleta de alto rendimento continua a competir, mas já tem uma profissão, então entra no mercado profissional e é com a entidade patronal que nós teremos que encontrar soluções, como elas são previstas na lei que nós já temos para outras entidades que participam no processo de desenvolvimento desportivo, quer treinadores, quer mesmo dirigentes, por exemplo, para poderem acompanhar. Já existe legislação que permite fazer a compatibilização. E é dentro desse enquadramento que eu me estou a referir", disse.
Pedro Dias admitiu que "há cursos em algumas áreas em que é mais complexa esta compatibilização", como nas Ciências da Saúde, acrescentando que "é possível fazer melhor".
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