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Voleibol: "Velhas" glórias sofrem no banco

FILIPE VITÓ (SP. ESPINHO) E NUNO BRITES (BENFICA)

O que têm em comum Filipe Vitó (40 anos) e Nuno Brites (32 anos)? Para lá de serem os adjuntos das equipas que lutam pelo ceptro de campeão, respectivamente Sp. Espinho e Benfica, foram também grandes jogadores dessas formações, tendo estado no último título conquistado por tigres (2000) e águias (1991). O Benfica lidera o "playoff" deste ano (2-1), e, caso vença amanhã, festeja já o título.

Vitó e Brites são, de resto, unânimes em reconhecer que é mais difícil estar fora do que dentro do rectângulo de jogo. "Sofre-se muito mais no banco", admite a "águia", enquanto o "tigre" refere que "por vezes sentimo-nos impotentes". E regressar ao passado? "Tantas vezes que já tive vontade de ir lá para dentro", esclarece o adjunto do Sp. Espinho.

O percurso de ambos é, aliás, muito idêntico. Filipe Vitó começou a jogar no Sp. Espinho com 12 anos "e aos 16 já era sénior". Depois teve passagens pelo Leixões e Sporting, regressando à casa "mãe" em 1994, onde se mantém até hoje. A sua última partida como jogador foi precisamente em 2000, depois de vencer a Taça de Portugal, em Mafra, ante o Leixões. A partir daí, passou a integrar a equipa técnica, tendo festejado já como treinador-adjunto a conquista da "Top Teams Cup" em 2001. "É a minha segunda casa", sublinha.

Nuno Brites também deu os primeiros passos no voleibol no Benfica – "tinha 13 anos" –, clube que sempre representou. Em 1991, o título foi conquistado no reduto do Sporting. "Estivemos a perder por 0-2 e vencemos por 3-2", recorda o antigo distribuidor das águias, que se retirou em 2001.
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