João Pinto Basto não conseguiu passar pelo segundo ano consecutivo a Escola de Qualificação do Pro Golf Tour, mas está confiante que, apesar de tudo, poderá jogar uma dezena de torneios neste circuito germânico que funciona como uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu.
O português terminou nesta quinta-feira a sua participação de duas voltas na primeira fase da Escola, que decorreu nos percursos A e C (Par 71) do Verden Golf Club, no estado alemão da Baixa Saxónia, com resultados consecutivos de 77 pancadas, para um total de 154, 12 acima do Par.
João Pinto Basto terminou no grupo dos 57.ºs classificados e não conseguiu o cartão de membro do circuito para 2023, ao contrário do que tinha feito há um ano.
Numa prova que contou 96 participantes, só o top-45 assegurava uma categoria para a próxima época. Foram 36 buracos duros, como se constata por apenas quatro terem batido o Par no agregado. O cut fixou-se em 150 (+8). "Foi difícil e os resultados foram bastante piores do que no ano passado, porque esteve muito vento nestes dois dias", explicou o português a Record.
O vencedor da primeira fase da Escola de Qualificação do Pro Golf Tour foi o alemão Max Griesbeck, com 137 (70+67), -5.
A segunda e última fase realiza-se a 11 e 12 de outubro, no Golf-Club Trier, também na Alemanha, já sem portugueses. "Para o ano mantenho a minha aposta no Pro Golf Tour, pois também é possível entrar com simples inscrições nos torneios. Torna é mais difícil planear a época, porque nem todos estarão garantidos. De resto, ainda este ano, irei competir em algumas provas do Portugal Pro Golf Tour, para ganhar confiança e rodagem", disse João Pinto Basto ao Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe.
Em 2022, o profissional do Quinta do Peru Golf & Country Club terminou no 131.º lugar da Ordem de Mérito do Pro Golf Tour, entre 136 jogadores que conseguiram pontuar.
Entrou em 12 torneios e só logrou passar o cut no primeiro, o Dreamland Pyramids Classic, no Egito, logo em março, onde foi 47.º (+8).
Em declarações a Record, o jogador especificou porque julga que poderá, mesmo assim, regressar em 2023 ao Pro Golf Tour: "Dada a má época e agora este torneio, fico sem categoria, mas, tal como aconteceu (este ano) com o João Girão, o Pedro Lencart, o Alexandre Abreu e o João Magalhães, irei inscrever-se logo para o ano quando as inscrições abrirem, para ficar bem acima na lista de jogadores sem categoria. Se formos olhar para os anos anteriores, os primeiros a inscreverem-se conseguiram jogar grande parte dos torneios do circuito. O João Girão, or exemplo, terá jogado uns dez torneios do calendário sem categoria e é essa a esperança".
Em relação à sua exibição, explicou estar a passar um processo de consolidação do seu jogo: "Não estive mal do tee ao green, mas comecei a trabalhar há pouco tempo com o Gonçalo Pinto (o treinador de Ricardo Melo Gouveia, entre outros). Estou a melhorar bastante e isso viu-se do tee ao green, com um jogo sólido. Infelizmente, foi o putt a falhar-me, é a parte do jogo que mais tem falhado nos últimos anos. Estamos a procurar soluções para melhorar e para tentar dar o salto que quero na carreira. Agora é continuar a trabalhar com o Gonçalo para que os próximos tempos sejam melhores".
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