Coronavírus: PGA quer regresso do circuito de golfe em junho no Texas

Sem a presença de público no primeiro mês

A associação dos profissionais de golfe dos Estados Unidos (PGA) tenciona retomar o circuito com o Colonial, no Texas, de 11 a 14 de junho, sem a presença de público no primeiro mês, anunciou esta quinta-feira a organização.

Se as autoridades governamentais e de saúde derem luz verde ao plano da PGA, o circuito, que foi interrompido devido à covid-19, terá um evento oficial todas as semanas até 06 de dezembro, exceto na semana de Ação de Graças, que se celebra na quarta quinta-feira de novembro.

O reagendamento do circuito fez com que o Charles Schwab Challenge, no Colonial, em Fort Worth, no Texas, fosse adiado um mês para junho, após o qual decorrerá o RBC Heritage, na Carolina do Sul, inicialmente previsto para este fim de semana.

O comissário da PGA Tour, Jay Monahan, disse que, numa altura em que "a prioridade é a saúde e segurança para todos os envolvidos, a esperança é desempenhar um papel - com responsabilidade - no regresso das coisas que amamos e apreciamos".

A temporada de 2019/20, se o projeto da PGA for aceite pelas autoridades norte-americanas, terminará com o Tour Championship, em 07 de setembro, e uma nova época (2020/21) começará na semana seguinte (10 a 13 de setembro), em Napa, na Califórnia.

Do novo programa da PGA Tour não consta o Open do Canadá, que foi cancelado devido à pandemia do novo coronavírus. O torneio estava agendado para decorrer entre 08 e 14 de junho, no St.George's Golf Country Club, em Toronto.

O Open do Canadá é o terceiro evento mais antigo da programação da PGA Tour, atrás do British Open e do Open dos Estados Unidos.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 137 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 450 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 629 pessoas das 18.841 registadas como infetadas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (30.985) e mais casos de infeção confirmados (639 mil).

APS // AMG

Lusa/Fim

Por Lusa

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