Louis De Jager lidera o Portugal Masters

Tiago Cruz foi o melhor do dia entre os 10 jogadores portugueses

• Foto: Luis Forra/Lusa

O golfista sul-africano Louis De Jager é o primeiro líder do Portugal Masters, torneio do European Tour que arrancou esta quinta-feira no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, onde Tiago Cruz foi o melhor português.

O sul-africano, de 32 anos, completou os primeiros 18 buracos do traçado com 63 pancadas, oito abaixo do par (71), para assegurar a liderança com dois 'shots' de vantagem sobre o compatriota Justin Walters, o inglês Oliver Fisher, que há um ano se tornou o primeiro golfista a completar uma volta no European Tour em 59 pancadas, e o australiano Jaque McLeod. "Fiz alguns bons 'putts' no início da volta, bati bem na bola até ao fim e mantive o bom momento do meu jogo. Os 'greens' estão muito bons, estão muito rápidos. Senti-me confortável", afirmou De Jager, após uma ronda com oito 'birdies' (uma pancada abaixo do par), nos buracos 2, 5, 6, 10, 12, 14, 15 e 16, e isenta de 'bogeys' (uma acima do par).

Entre os 10 jogadores portugueses a disputar a 13.ª edição do Portugal Masters, dotada de 1,5 milhões de euros em prémios monetários, Tiago Cruz foi quem protagonizou a melhor estreia, ao entregar um primeiro cartão com 69 pancadas, duas abaixo do par. O profissional do Club de Golf do Estoril não arrancou bem para a ronda inaugural, fazendo dois 'bogeys' nos dois primeiros buracos, mas conseguiu recuperar e, graças a quatro 'birdies', nos buracos 13, 17, 18 e 8, subiu ao 38.º lugar.

"Estou satisfeito, porque comecei mal e consegui mater a concentração e focar-me para, a cada 'shot', dar a volta ao resultado negativo. Os 'greens' estão um pouco duros e, no primeiro 'shot', a bola bateu no 'green' e saiu. No seguinte, estava no 'rough' e a bola saiu em 'flyer' [disparada], porque é um bocado difícil do 'rough', que está irregular, calcular as distâncias", explicou Cruz. A uma pancada de Tiago Cruz, que frisa ter entrado "com o pé direito, com duas abaixo do par, o que é um resultado satisfatório", estão os profissionais João Carlota e Ricardo Melo Gouveia e o amador Daniel Rodrigues.

Ricardo Melo Gouveia, 168.º colocado na Corrida ao Dubai, precisa de uma vitória no Portugal Masters para assegurar a manutenção no European Tour, mas recusa ter sentido alguma pressão adicional, embora não tenha feito a melhor exibição. "Podia ter sido melhor. Senti que joguei bem, mas deixei algumas pancadas no campo e falhei alguns 'putts', o que acabou por ditar o resultado. Estava bastante relaxado e senti-me bem. Só falhei na execução nos 'greens'", assegurou o algarvio, após assinar três 'birdies' (nos buracos 5, 10 e 15) e dois 'bogeys' (7 e 12) para um total de 70 pancadas.

Enquanto João Carlota protagonizou uma ronda mais irregular, com cinco 'birdies' (nos buracos 4, 5, 6, 10 e 13) e quatro 'bogeys' (3, 7, 15 e 18), o amador Daniel Rodrigues, de 17 anos, estreou-se no circuito europeu a jogar abaixo do par. "Correu bem, é a primeira vez que jogo um torneio do European Tour e só posso tirar boas conclusões. Joguei muito sólido, não cometi grandes erros e 'patei' muito bem, o que ajudou a que o resultado fosse bom", destacou o jovem Daniel Rodrigues

Pedro Figueiredo, o outro profissional português que, a par de Melo Gouveia, precisa de um triunfo no Portugal Masters para assegurar a permanência no European Tour, não viveu um dia particularmente feliz e fechou a volta inaugural com 73 'shots', a três do 'cut' provisório, fixado numa pancada abaixo do par.

Por Lusa
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