Melinho admite “ano complicado”

Português garantiu a continuidade entre a elite europeia em 2018

• Foto: Álvaro Marreco

Antes do Portugal Masters, Ricardo Melo Gouveia parecia arredado do European Tour em 2018, mas renovou a esperança de manter-se na 1.ª Divisão europeia graças a um 5.º lugar. Depois de Vilamoura, havia quatro semanas pela frente, Melo Gouveia passou o cut nos três últimos torneios e logrou permanecer na elite europeia mais um ano.

Se em 2015 foi o n.º 1 do Challenge Tour (2ª divisão) e em 2016 arrecadou quase 710 mil euros em prémios no European Tour, onde foi o 54.º na Corrida para o Dubai; já em 2017 é o 115º no ranking europeu, com 332 mil euros.

Seria fácil desculpar-se com a pressão da boa época de 2016, com ‘distrações’ de foro privado, mas o olímpico, de 26 anos, admite lacunas. "Foi um ano de aprendizagem. A meio do ano não estava tão motivado como normalmente, um pouco preguiçoso, mas percebi que a atitude teria de mudar", disse.

"Tem um grande significado para mim a manutenção no European Tour. Passou-me muita coisa pela cabeça nestes últimos meses, mas acabou por correr tudo bem. Foi um ano complicado em que estive inconstante nas minhas prestações, o que não é habitual", acrescentou. Agora vai parar algumas semanas e preparar a nova temporada: "Vou jogar em Hong Kong (novembro) e nas Maurícias (dezembro). Depois vou de lua de mel."

Por Hugo Ribeiro
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