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Portugal faz história em Espanha

Pela primeira vez, a seleção nacional venceu na situação de visitante, no 12.º ‘Match’ Ibérico de ‘Pitch & Putt’, em Badajoz

A seleção nacional de ‘Pitch & Putt’ (PP) fez história, ao bater pela primeira vez, na condição de visitante, a sua congénere de Espanha, no ‘Match’ Ibérico da variante, cuja 12.ª edição decorreu este fim de semana no Golf Quinto Coto, em Badajoz.
 
Portugal venceu por 7,5-4,5 e alinhou com os jogadores Hugo Espírito Santo, Arnaldo Paredes (também capitão), António Tendeiro, Tomás Ribeiro, Pedro Ferreira e Diogo Lopes.
 
Espanha jogou com Prakash Aisa, Rafael Santonja, Juan Soler, Bernabé González, Jesús Casajús e Marco Reina. O capitão foi Juanma Matilla.
 
Note-se que nestas equipas figuravam os campeões nacionais de singulares de cada país, bem como os campeões de pares e os n.º1 dos rankings de ambas as nações.
 
Depois de ter vencido as duas sessões de pares de Sábado por 2-1, a equipa nacional partiu para os seis singulares de Domingo a comandar por 4-2, precisando de conquistar apenas mais 2,5 pontos para selar o triunfo.
 
Confiante e motivado pelo primeiro dia de competição, Portugal viria a ganhar também a terceira e última sessão, por 3,5-2,5. O resultado final cifrou-se assim em 7,5-4,5, no cômputo das 12 partidas realizadas.
 
Um êxito tanto mais notável quanto nas 11 edições anteriores do ‘Match’ Ibérico a seleção nacional só tinha vencido em duas ocasiões – em 2014 e 2016 –, sempre na posição favorável de jogar ‘em casa’.
 
Contudo, os singulares decisivos nem começaram de feição para Portugal, que perdeu os dois primeiros jogos: António Tendeiro (Quinta das Lágrimas) foi batido Rafael Santonja, por 5/4 (5 buracos de vantagem com apenas 4 por se jogar); e Tomás Ribeiro (Paredes) cedeu diante de Jesús Casajús, por 4/3. Mas estas foram as únicas derrotas lusas na sessão. 
 
No terceiro ‘match’, Hugo Espírito Santo (Quinta das Lágrimas) impôs-se a Marco Reina, por 4/3; Pedro Ferreira (Quinta das Lágrimas) levou a melhor sobre Juan Soler no buraco 18, por ‘2 Up’ (vantagem de 2 buracos); Diogo Lopes (CityNorte) ganhou a Bernabé González, por 4/2; e, a fechar, o duelo entre Arnaldo Paredes (Quinta das Lágrimas) e Prakash Aisa terminou empatado.
 
Na jornada de Sábado realizaram-se três encontros matinais de pares em ‘fourball’ (cada dupla pontuou em cada buraco com o resultado do seu melhor jogador nesse buraco).
 
António Tendeiro e Tomás Ribeiro perderam o primeiro ‘match’ no buraco 17, por 2/1, para Marco Reina/ Prakash Aisa, mas Portugal operou depois a reviravolta na sessão: Arnaldo Paredes e Diogo Lopes bateram Bernabé González/ Jesús Casajús no 18, por ‘1 Up’; e Hugo Espírito Santo e Pedro Ferreira derrotaram Rafael Santonja/ Juan Soler, por 3/2.
 
As partidas da tarde de Sábado jogaram-se novamente em pares, mas em ‘foursomes’ (pancadas alternadas, com uma só bola). Portugal manteve as duplas da manhã e as suas ordens de saída. E o resultado foi quase tirado a papel químico. A Espanha é que operou alterações.
 
Tendeiro/Ribeiro perderam para Casajús/Gonzalez, por 3/1, mas, depois, Paredes/Lopes repetiram o triunfo matinal por ‘1 Up’, mas face a Santoja/Soler; enquanto Espírito Santos/Ferreira impuseram-se forma novamente clara diante de Reina/Aisa, por 4/2.
 
"Tínhamos uma equipa muito compacta, muito homogénea. Já conhecemo-nos de há muito, existe um bom espírito de grupo e estávamos imbuídos da vontade de quebrar o enguiço e de ganharmos em Espanha pela primeira vez", afirmou o capitão da seleção portuguesa, Arnaldo Paredes.
 
No momento da vitória, Arnaldo Paredes agradeceu à FPG o apoio dado à seleção, "em especial à pessoa que mais ligada está ao ‘Pitch & Putt’, o António Vasconcelos, por ter confiado em mim para capitanear a equipa, a exemplo do ano passado, mas, desta vez, com resultados muito diferentes, para melhor."
Por Record/FPG
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