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João Rodrigues: «Portugal vai deixar tudo em campo»

• Foto: Direitos Reservados

João Rodrigues está como peixe na água. Para ele, a Catalunha não é uma região estranha. "Prefere que fale em catalão ou espanhol?", pergunta o avançado a uma jornalista na conferência de imprensa. Em 2018, mudou-se do Benfica, onde era ídolo, para vestir as cores do Barcelona, clube que vai representar por mais uma época, antes de voltar à Luz em 2024. Soma mais de dez títulos pelos catalães, mas o troféu mais importante conquistado em Barcelona foi pela Seleção, no Mundial de 2019, cuja final foi no Palau Blaugrana.

Agora, a 50km da sua casa, pode voltar a fazer a festa. "Trabalhámos muito nestas semanas para chegar à final, mas não é só chegar, queremos ganhar. Vai ser um jogo muito difícil. Podem contar com Portugal ambicioso e que vai deixar tudo em campo", garantiu o goleador de 33 anos que vai defrontar hoje Pau Bargalló, e ainda Marc e Carles Grau, colegas de equipa no Barcelona. "Na Espanha destaco a intensidade defensiva, com jogadores muito fortes fisicamente. Coletivamente sabem todos o que fazer dentro da pista", analisou.

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Depois de falhar a final de 2021, Portugal parte em busca do Europeu que escapa desde 2016. João Rodrigues era o goleador de serviço (terminou essa edição como máximo marcador com 14 golos), mas a braçadeira pertencia a Reinaldo Ventura.

Sobre o jogo diante da França, deixou o reparo à arbitragem. "Foi um jogo marcado pelas bolas paradas com um critério demasiado apertado que premiou as simulações. Não foi bom para o espetáculo, mas para nós isso é igual porque estamos na final. Trabalhámos muito para estar no jogo decisivo e vamos lutar com todas as nossas forças."

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Garrido quer troféu inédito

Renato Garrido pode conquistar hoje o seu primeiro Europeu, depois da glória mundial em Barcelona em 2019. "Nunca fui campeão da Europa. Se isso se concretizar passo a ter ainda mais carinho pela Catalunha", disse o selecionador de 50 anos. "A Espanha é uma seleção criada por este treinador [Guillem Cabestany] para ser uma equipa extremamente defensiva com um bloco muito intenso. Tenho uma grande vontade de ganhar e os meus jogadores também", assegurou o técnico português.

Por Rafael Godinho
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