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IMPRESSIONANTE! O percurso do Seixal no Campeonato Nacional da II Divisão não merece outra adjectivação. Em 22 jornadas, os homens da margem Sul do Tejo perderam um jogo, com o Sesimbra, e, na fase final, quando faltam ainda disputar três encontros, claudicaram apenas ante o Estreito.
Depois de um percurso brilhante ao longo de toda a época, onde se contabilizam apenas as duas derrotas referidas, os seixalenses cedo se aperceberam que a subida não lhes escaparia, mas nem por isso adormeceram à sombra dos resultados. A quatro rondas do termo do Campeonato, garantiram a subida à divisão principal e, ainda, chegaram aos quartos-de-final da Taça de Portugal, onde acabaram eliminados pelo Gulpilhares.
E que se preparem os adversários do Seixal, porque, na próxima época, será a doer. ”Os nosso objectivos já estão traçados, ou seja, queremos ficar no grupo dos seis primeiros”, explicou-nos Leonardo Carvalho, presidente do clube, uma posição com a qual José Branco, seccionista, concorda inteiramente: ”Temos de construir uma equipa sólida, para não andarmos num sobe e desce constante.”
As contratações, apesar de ainda não terem sido anunciadas, prometem ser de vulto. Para já, há apenas duas certezas: Rui Lopes e o guarda-redes suplente Amândio Mateus, ambos do Benfica, são dados como certos no Seixal.
O nome do técnico que substituirá Carlos Garrancho no comando da equipa permanece, por enquanto, no segredo dos deuses. O timoneiro que reconduziu o Seixal ao escalão primodivisionário foi convidado a prolongar o contrato, mas preferiu ceder o lugar a outro treinador.
Verbas
O Seixal faz parte daquele grupo de formações que aufere um substancial apoio autárquico e que, cada vez mais, fazem frente a equipas tradicionalmente fortes, como são os casos do Benfica e FC Porto, que vêm os seus orçamentos para as modalidades cada vez mais reduzidos.
Dos 200 mil contos que o clube necessita para manter três modalidades em actividade, 20 por cento são provenientes da Câmara Municipal, um apoio que Leonardo Carvalho considera, no entanto, insuficiente ”se compararmos com outras autarquias, como é caso de Barcelos ou de Gaia”.
O basquetebol e o futebol recebem a maior fatia do bolo. Cerca de 80 mil contos é quanto cada uma destas modalidades gasta por ano, não só a nível de competições seniores, como também nos escalões de formação.
O hóquei em patins aufere uma parcela mais modesta (cerca de 15 mil contos), montante que, na próxima temporada, deverá aumentar. ”Faremos um grande esforço de gestão financeira para podermos manter o nível de competitividade desejada”, acrescentou o presidente da Direcção dos seixalenses.
ISABEL DANTAS
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