Edo Bosch: «Disputar uma final com o FC Porto não me é indiferente»
"Custou-lhes recuperar. Não passaram sequer 24 horas. A Oliveirense fez um trabalho muito bom a defender e o nosso ritmo foi um bocado mais lento do que o habitual. Cheguei a minha casa às 01:30 e, hoje, às 12:00, já estávamos no pavilhão a preparar o jogo. Para a final, teremos mais algumas horas para descansar", explicou.
Seguir Autor:
Edo Bosch, treinador do Valongo, abordou a qualificação para a final da Liga dos Campeões, após batida a Oliveirense (6-4), depois de jogado um prolongamento em Viana do Castelo.
"É uma alegria enorme [estar na final]. Trabalhar com estes atletas é um prazer. Sei que dão sempre tudo nos treinos e nos jogos. Só uma equipa assim conseguia o que conseguiu neste fim de semana. Aconteça o que acontecer, vamos dar tudo e 'morrer em campo' [na final]. Pesaram as poucas horas de descanso [face ao jogo dos quartos de final com o Sporting, na sexta-feira]. Custou-lhes recuperar. Não passaram sequer 24 horas. A Oliveirense fez um trabalho muito bom a defender e o nosso ritmo foi um bocado mais lento do que o habitual. Cheguei a minha casa às 01:30 e, hoje, às 12:00, já estávamos no pavilhão a preparar o jogo. Para a final, teremos mais algumas horas para descansar", explicou.
"Já disputei muitas finais como jogador. Disputar uma final com o FC Porto não me é indiferente. Lá, aprendi que as finais são para se ganhar. Os meus jogadores vão aparecer em campo com vontade de ganhar. No ano passado, foi duro perder a final e ver os meus jogadores a chorarem. Esperemos que a 'estrelinha' esteja connosco e o que o troféu vá para Valongo", acrescentou.
Diogo Abreu
"O Diogo Abreu teve uma quebra de tensão ao celebrar o nosso segundo golo, mas, graças à excelente organização, contou com uma intervenção muito rápida dos bombeiros. Agradeço-lhes muito a intervenção para que ele recuperasse a 100%. Acabou por marcar dois golos decisivos".