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Benfica defronta FC Porto na meia-final em Matosinhos
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A fasquia nunca esteve tão alta, a pressão também está no topo. Após dois anos seguidos a ver FC Porto (2023) e Sporting (2024) conquistarem a desejada Liga dos Campeões, o Benfica apostou forte esta temporada com a chegada do técnico Edu Castro, ex-treinador do Barcelona que trouxe consigo do Palau Blaugrana os goleadores Pau Bargalló e João Rodrigues, este último um regresso a casa. A missão era clara: ganhar tudo.
Conquistada a Elite Cup no início da época e segurado o 1º lugar da fase regular, o Benfica chega à final four da WSE Champions League, que decorre este fim de semana em Matosinhos, após cair na meia-final da Taça de Portugal frente ao Sporting, um troféu perdido que ainda vai a tempo de ser esquecido consoante a prestação na decisão da Liga dos Campeões e no Campeonato Placard. É por isso que a pressão está no topo. As águias defrontam no sábado (12h30) o FC Porto na primeira meia-final da final four.
“A nossa equipa chega muito motivada e com uma enorme vontade de voltar a vencer a Liga dos Campeões. Isso significa que fizemos uma fase de grupos quase irrepreensível e uns quartos de final muito competentes”, diz o capitão Diogo Rafael, jogador que esteve nas duas conquistas da Champions em 2013 e 2016. As memórias são incríveis, quer na conquista da primeira, quer da segunda. Ter a possibilidade de voltar a conquistar esta competição é algo que ambicionamos muito”, sublinha.
Na prova europeia, o Benfica é a equipa com maior sucesso na atual edição com 11 vitórias e apenas 1 empate – um nulo frente ao Liceo da Corunha. À procura do título que escapa desde 2016 com Pedro Nunes no banco, os encarnados sabem da importância que Matosinhos tem, tendo em conta o ‘dream team’ construído para esta temporada e que precisa de troféus para justificar o avultado investimento do clube na modalidade.
A hora Castro
Após 18 anos de ligação ao Barcelona, onde passou pela formação, treinador adjunto e mais tarde como técnico principal, Edu Castro aterrou na Luz e em Portugal, onde o hóquei em patins vai mantendo um estatuto de “óasis” em relação à competitividade, investimento e profissionalismo.
Sucessor de Nuno Resende no comando das águias, Edu Castro dispõe esta temporada de um dos melhores plantéis da história do Benfica. Após uma fase de grupos quase perfeita, o técnico natural de Vigo quer dar seguimento à boa imagem que os encarnados têm deixado na prova esta época.
“Empatámos a zero na Corunha e vencemos todos os restantes jogos. Demos uma boa imagem. O momento decisivo é a partir do 1-1 com o Reus na Luz, a equipa foi mais efetiva no ataque, na definição junto à baliza do Reus e chegou ao descanso a vencer por 3-1. Fizemos uma grande eliminatória nos quartos de final frente ao Reus e esse é o momento-chave para estar onde estamos hoje, não esquecendo os jogos da fase de grupos”, recorda.
Lembrando que gostaria de ver a “equipa melhor do ponto de vista físico” devido às recentes lesões de Roberto Di Benedetto e Pau Bargalló, Edu Castro aponta à conquista do título.
“Queremos que desfrutem dos jogos, que confiem na equipa. Vamos com a ideia de competir muito bem, de honrar o Manto Sagrado, de lutar ao máximo por cada bola para podermos passar a meia-final com o FC Porto e depois estarmos presentes na final, onde queremos levantar este tão ansiado título. Jogamos para os adeptos, para que estes sejam felizes. Dá-nos responsabilidade, mas sobretudo força.”
Pelo segundo ano consecutivo, a 'final four' da competição será disputada em Portugal
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