Hélder Nunes: «A chave da vitória foi a união do grupo»

Figura maior da 14.ª conquista portuguesa na Taça Latina recusa protagonismo

• Foto: FPP

À chegada a Portugal, e apesar dos rasgados elogios de que foi alvo ao longo da competição, Hélder Nunes, que é assíduo na Seleção principal desde o Europeu de 2012, recusou o estatuto de protagonista na 14ª vitória nacional na Taça Latina. "Não fui eu que ganhei, foi todo o grupo que ganhou", referiu o capitão da Seleção Nacional a Record, colocando o foco no coletivo. "A chave foi a união de todos para o objetivo da vitória", afirmou aquele que já é, aos 22 anos, uma das figuras da equipa do FC Porto.

Hélder Nunes estendeu o mérito da conquista a toda a comitiva. "Não é só uma vitória dos jogadores, mas dos 17 que foram a Follonica", realçou, falando também dos técnicos e de outros membros do staff: "Se faltasse nem que fosse apenas um deste grupo, já não teria corrido da mesma maneira."

Esta foi a segunda Taça Latina ganha por Hélder Nunes, que esteve presente em três edições da prova. Pese a categórica vitória frente a uma Espanha que era apontada como favorita, este triunfo não foi só por si o mais especial. "Mais especiais foram estas duas últimas, porque ganhámos", sublinhou. E, apesar de, pela idade, não poder voltar a participar na Taça Latina, apontou um objetivo para Portugal. "Estas vitórias também são importantes porque a cada quatro edições há uma ‘Copa’ maior, onde estamos em vantagem", explicou.

Esta ‘Copa’ é atribuída desde 2006, ano em que a prova passou a ser organizada pelo CERH. A Espanha ganhou na 1ª série, mas na segunda Portugal soma já 18 pontos contra 10 da Espanha. Faltam duas edições – em França em 2018 e em Espanha em 2020 - para fechar a série.

Europeu na mira

Antes, o desafio é o Europeu de seniores em julho. Para Hélder, a conquista da Latina não traz moral ou responsabilidade acrescida. "O Europeu é uma prova diferente e os jogadores presentes também serão diferentes", analisou, referindo-se a portugueses e adversários. No entanto, o jogador deixa a receita para o título que escapa desde 1998. "Temos de continuar a trabalhar como trabalhámos até aqui, com espírito de grupo, unidos e sempre com o objetivo de ganhar", apontou.

Rei dos hat tricks brilhou em Follonica

Na sua terceira participação na Taça Latina, Hélder Nunes terminou como o melhor marcador da prova. O jogador português apontou nove golos, distribuídos em três hat tricks frente a Itália, Espanha e França. Especialista de bola parada, o capitão da Seleção Nacional de sub-23 transformou dois livres diretos na partida com a Espanha e outro frente aos gauleses, a quem marcou também de grande penalidade.

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