Hélder Nunes: «Sou um abençoado»

Reconhece ter uma pontinha de sorte ao finalizar certas jogadas do FC Porto

A recente final-four realizada em Ponte de Lima veio confirmar o jovem jogador do FC Porto, Hélder Nunes, como um dos principais talentos do hóquei em patins português. Aos 22 anos, o estudante na Faculdade de Economia da Universidade do Porto foi um dos principais obreiros na conquista da Taça de Portugal pelos dragões, êxito que culminou uma excelente temporada a nível individual.

"Esta boa época deveu-se ao trabalho que tenho feito ao longo dos anos desde a formação. Sempre abdiquei de muita coisa normal num jovem para me dedicar por inteiro ao hóquei", disse-nos o jogador, que hoje mesmo integra os trabalhos da Seleção Nacional no Luso, tendo em vista o Europeu de Oliveira de Azeméis.

Oriundo de uma família com tradições na modalidade – o pai, Sérgio Nunes, foi internacional no OC Barcelos, e o tio, Luís Nunes ‘Cenoura’, ajudou o Sporting na conquista da Taça CERS, em 1984 –, Hélder começou muito cedo a viver o hóquei em patins. "Aos 2 anos já patinava, isto é, andava mais aos trambolhões com os patins, quando acompanhava o meu pai no OC Barcelos, equipa onde me iniciei e joguei até ao 2º ano de juvenis, transferindo-me depois para o HC Braga. São dois clubes que estarão sempre no meu coração", confessa.

Goleador

Hélder Nunes terminou o campeonato com 33 golos. "Sou um abençoado por ser eu a finalizar certas jogadas. Também tenho tido aquela pontinha de sorte, como aconteceu no segundo golo que fiz ao Guillem Trabal, em que atirei com uma mão e a bola apareceu dentro da baliza", recorda.

Por Vítor Ventura
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