Luís Sénica: «Este panorama é novo»

Preocupado com proliferação de estrangeiros no campeonato português

• Foto: Bruno Pires

De há alguns anos a esta parte tem sido habitual os clubes contratarem lá fora e esse facto coloca uma questão pertinente: será que chegou o momento de regulamentar um limite de estrangeiros, como acontece em outras modalidades, de modo a defender o jogador português e o futuro da Seleção?

O selecionador Luís Sénica, que recentemente conduziu a jovem seleção sub-23 à conquista de mais uma Taça Latina, gosta da competitividade que os estrangeiros trazem ao campeonato, mas tem pena de ver os mais jovens perderem lugar nas principais equipas. "Nunca houve a necessidade de fazer essa regulamentação, Portugal sempre teve e sempre terá grandes talentos; essa questão é uma novidade no hóquei português. Se fizermos uma reflexão histórica, os clubes sempre se reforçaram pontualmente com estrangeiros, mas este panorama atual é novo. Temos de saber analisá-lo de forma a que não amputemos a competitividade do campeonato. Agora, também temos de ser capazes de fazer um trajeto paralelo não perdendo um espaço de evolução de direito próprio dos nossos jovens hoquistas."

Sénica adianta que a federação já ponderou a hipótese de criar um campeonato de sub-23. "Esse assunto está entre mãos na direção e na direção técnica nacional, estamos atentos. Pode passar pela criação de uma competição sub-23, mas lembro que nos campeonatos das 2ª e 3ª divisões há várias equipas B, onde esses jogadores têm espaço de evolução. Há também a possibilidade de os sub-20 poderem atuar nos seniores sem limitação."

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