Joana Castelão: «Agora é pôr a cabeça no sítio»
A portuguesa terminou este sábado a prova de pistola a 25 metros na 27.ª posição, com um total de 561 pontos...
Joana Castelão desvalorizou este sábado o modesto resultado na prova de tiro a 25 metros nos I Jogos Europeus, uma vez que a parte de precisão já lhe tinha corrido bastante mal na sexta-feira em Baku, Azerbaijão.
"Sim, esta parte da prova era cumprir calendário porque sexta-feira era a parte de precisão que infelizmente não correu como queria. Já era difícil apurar-me para a final. A parte da velocidade era hoje e teve de ser feita, não correu tão bem, mas a motivação também era diferente", assumiu.
Relacionada
Sexta-feira tinha sido 26.ª na precisão com um total de 279 pontos (98, 93 e 88) e hoje, no tiro rápido, fez mais quatro, 282, (89, 97 e 96).
Somadas as duas componentes, teve média de 9,350, que lhe valeu o 27.º e penúltimo posto, com 561 pontos, sendo que o apuramento esteve nos 578 pontos.
Segunda-feira compete em equipas mistas com João Costa, com ar comprimido a 10 metros com 25 tiros para cada um, distância em que o seu companheiro foi prata nestes Jogos Europeus, sendo que pontuam os 50 disparos globais da dupla.
"Agora é outra prova. É dar o máximo, pôr a cabeça no sítio para que corra tudo bem. Somos os dois bons atiradores. Temos tudo para que corra bem", vincou, referindo-se à dupla que venceu a única prova do género até agora disputada, que valeu o título Europeu.
Portugal soma, até agora, sete medalhas em Baku, nomeadamente o ouro de Rui Bragança (-58 kg) no taekwondo e no ténis de mesa por equipas (Marcos Freitas, Tiago Apolónia e João Geraldo), as pratas de João Silva no triatlo, João Costa no tiro e de Fernando Pimenta em K1 1.000 e 5.000 metros, bem com o bronze de Júlio Ferreira (-80 kg) no taekwondo.