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Judoca portuguesa acredita que "a festa" será "ainda maior" em Tóquio
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A judoca portuguesa Telma Monteiro, a única medalha olímpica nos últimos Jogos, no Rio de Janeiro, em 2016, disse esta terça-feira estar "feliz" com o adiamento de Tóquio'2020, aqueles que serão os últimos da sua carreira.
"Sinceramente, embora saiba que é um desafio, fico feliz que a data dos Jogos Olímpicos tenha sido alterada. Porque agora honestamente não era possível pensar nos Jogos Olímpicos, agora está a acontecer algo maior do que isso", escreveu Telma Monteiro nas redes sociais, pouco tempo depois de ser oficial o adiamento dos Jogos previstos entre 24 de julho e 09 de agosto.
A judoca, de 34 anos, reagiu assim ao comunicado conjunto do Comité Organizador e do Comité Olímpico Internacional (COI) em relação ao adiamento dos Jogos, devido à crise sanitária vivida, com a pandemia da Covid-19.
"Algo que diz respeito a todos, e devemos continuar a focar-nos ainda mais nesta batalha mundial. E quando os Jogos Olímpicos chegarem vou fazer de tudo para estar pronta para honrar a minha bandeira, e o mundo vai estar pronto para desfrutar e vamos celebrar ainda mais, juntos", acrescentou a judoca do Benfica.
Telma Monteiro deixou uma mensagem de que "a festa" será "ainda maior", naqueles que disse também que serão os seus "últimos" Jogos.
"Vai ser uma festa ainda maior, ainda mais bonita, ainda mais significativa. E fazer parte de uns Jogos Olímpicos nunca terá sido tão especial como será no próximo ano", defendeu, em relação ao evento desportivo mais importante do mundo.
No Rio de Janeiro, em 2016, a judoca conquistou a medalha de bronze na categoria de -57 kg, conseguindo a sua primeira subida ao pódio nuns Jogos, depois de competir em Atenas2004, Pequim2008 e Londres2012.
Na carreira, Telma Monteiro tem quatro títulos de vice-campeã mundial e cinco de campeã europeia, num total de 13 medalhas em Europeus, além de vitórias no Masters de judo e, por duas vezes, no Grand Slam de Paris.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 386 mil pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 17.000 morreram.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.
Em Portugal, há 30 mortos e 2362 infetados confirmados. Portugal encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de quinta-feira e até às 23:59 de 2 de abril.
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